Infelizes homens perdidos em sua indiferença egoísta e
maldosa. Pobre criatura perversa acorrentada a seu demônio, escravo de paixões
infames. É antiga esta história: servir ao próprio demônio acalentando suas
próprias ilusões e amargar as consequências danosas amanhã. Que fazer? Eles são obstinados, somente aprendem sofrendo.
Esta é uma diferença fundamental entre o homem e a
mulher. Elas são mais afeiçoadas à correção de que eles. A falta de humildade
tão comum ao “macaco nu” impede a aceitação e reconhecimento de seus defeitos.
Não compreendem os homens o mal que acarretam a si
próprios induzirem uma mulher a torpes depravações. A cegueira obstinada pode
iludir, mas não impede a ação de leis imponderáveis, mas poderosas,
estabelecidas por Deus em sua sabedoria infinita.
Um homem quando impelido pelo demônio induz uma mulher a
cometer atos torpes, não responderá à justiça de Deus apenas por participar de
prazeres torpes, mas terá que prestar contas por colaborar na corrupção de um
coração já iniciado na senda do bem, pois o trabalho histórico de Deus agindo
constantemente subjetiva e objetivamente na alma feminina transformou o coração
feminino, tornando as mulheres mais propensas ao o bem. Ai de quem se atrever a
desfazer esta obra! Não imagina o infeliz a enxurrada de dores e tormentos que
carreou a si próprio. Não se brinca com a obra de Deus. Ai daquele inconsciente
servidor do diabo hoje, será amanhã o pobre amargurado sob o peso de mil dores e
humilhações, sustentado apenas pela misericórdia de Deus.