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"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.

domingo, 26 de maio de 2013

Elas: Obra de Deus.

Infelizes homens perdidos em sua indiferença egoísta e maldosa. Pobre criatura perversa acorrentada a seu demônio, escravo de paixões infames. É antiga esta história: servir ao próprio demônio acalentando suas próprias ilusões e amargar as consequências danosas amanhã. Que fazer?  Eles são obstinados, somente aprendem sofrendo.
Esta é uma diferença fundamental entre o homem e a mulher. Elas são mais afeiçoadas à correção de que eles. A falta de humildade tão comum ao “macaco nu” impede a aceitação e reconhecimento de seus defeitos.
Não compreendem os homens o mal que acarretam a si próprios induzirem uma mulher a torpes depravações. A cegueira obstinada pode iludir, mas não impede a ação de leis imponderáveis, mas poderosas, estabelecidas por Deus em sua sabedoria infinita.

Um homem quando impelido pelo demônio induz uma mulher a cometer atos torpes, não responderá à justiça de Deus apenas por participar de prazeres torpes, mas terá que prestar contas por colaborar na corrupção de um coração já iniciado na senda do bem, pois o trabalho histórico de Deus agindo constantemente subjetiva e objetivamente na alma feminina transformou o coração feminino, tornando as mulheres mais propensas ao o bem. Ai de quem se atrever a desfazer esta obra! Não imagina o infeliz a enxurrada de dores e tormentos que carreou a si próprio. Não se brinca com a obra de Deus. Ai daquele inconsciente servidor do diabo hoje, será amanhã o pobre amargurado sob o peso de mil dores e humilhações, sustentado apenas pela misericórdia de Deus.

domingo, 5 de maio de 2013

Não venda seu coração...


   Não venda seu coração no frio mercado dos homens. O preço que eles pagam não cobrirá o prejuízo amanhã.
   Muitas mulheres vendem seu coração no momento de escolher seus parceiros na vida. É um empreendimento temerário, o qual o custo é demasiado alto, não cobre todos os prejuízos.
   É uma história antiga esta de vender o coração para seus futuros maridos, um negócio antigo usual em todos os recantos do mundo.
   Os tempos são outros, mas o costume perdura, apenas muda de forma. Ontem, a mulher era amordaçada pelo mundo, hoje o mundo não a amordaça tanto, mas ela insiste em manter a mordaça por si própria.
   O tempo quebrou muitas correntes que o perverso mundo dos homens atou à mulher, porém ela ficou por muito tempo acorrentada, habituou-se às suas correntes, esqueceu que era um ser livre, que tinha alma, um cérebro para pensar, um coração para amar.
   Ainda hoje muitas vendem seu coração no mercado do interesse sufocando o sentimento verdadeiro. É pena que elas não conheçam a força invencível da natureza aliada ao poder do tempo.  Não se sufoca a natureza, ela sempre volta por mais que se esforce em recalcá-la. E a natureza sabe se  fazer  obedecida, ela é um deus poderoso e inexorável.
   As falsas joias do interesse não ofuscarão o sentimento verdadeiro quando a natureza voltar à tona no dia de amanhã. Aquelas que se fiando nesta falaz esperança achavam que plantavam sementes da prudência para o dia de amanhã, colherão os espinhos da amargura, tristeza e solidão...