Blog

"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.

domingo, 3 de novembro de 2013

Elas e a dor.

Desde criança a mulher demonstra mais maturidade que o homem. Esta superioridade moral feminina é resultado da ação histórica de sutis forças poderosas, as quais governam o universo e configuram o destino de toda a humanidade. São forças poderosíssimas dirigidas por Deus objetivando a implantação do bem e a verdade neste baixo, maldoso e vulgar mundo.
A mulher despertou primeiramente ao chamado de Deus em sua caminhada evolutiva, ainda que muitas vezes ela claudica ouvindo a voz do demônio.
Não podemos deixar de notar que foi a dor o fator preponderante na formação moral feminina.
Ela recebeu um quinhão maior de dor, sua história está repleta de sacrifícios.
Esta constante relação com a dor amadureceu a alma feminina, fez vir à tona a gama de sentimentos superiores camufladas pelas ervas daninhas da perversidade humana.
O homem manteve-se preso ao seu demônio, raras vezes ele ouve aquela voz interior, a qual vem das profundezas do coração onde fala Deus. Sua vaidade estúpida, seu orgulho maldoso impede isto. Ele só aprende sofrendo.
A mulher aprendeu a importância e o valor da dor em nossa vida.  A dor é nossa companheira constante, ela nos cerca, aperta a todo momento.
O orgulho e vaidade do homem impede esta aceitação madura da dor, ele frequentemente se rebela quando a dor visita seu destino; isto faz com que ele sofra mais ainda, pois a dor é o remédio amargo imposto pela justiça inexorável de Deus, é inútil revoltar-se, enquanto não esgotar o tempo de sua duração, a dor vai continuar a martelar.
Por isto, é melhor aceitar o remédio amargo da dor como um doente aceita com paciência o sofrimento de um tratamento doloroso, mas que ele sabe que curará definitivamente sua doença.
Elas foram as primeiras a aprender a valiosa lição da humildade diante da dor. Este aprendizado servirá às gerações futuras como indício da poderosa ação de Deus em nossa vida.

Esta é outra dívida permanente dos homens para com elas.