O autor desta frase, um grande escritor da segunda metade do século dezenove, quis expressar a necessidade de uma apreciação diferente referente ao comportamento feminino.
Subentende-se nesta frase uma tolerância a mais no que tange às fraquezas e erros cometidos pelo belo sexo.
Perversas, falsas, interesseiras, tagarelas, assim mesmo elas guardam dentro de si as sagradas flores da ternura e da humildade, duas rainhas no jardim das virtudes.
É isto que embeleza a alma de todas as mulheres. É um quinhão do amor que provém de Deus e ilumina todos os corações do mundo.
Qual poder humano é capaz de fenecer estas flores?
Qual demônio das trevas poderá desenraíza-las? É inútil. Mesmo que viceje uma aluvião de ervas daninhas no coração de uma mulher, estas flores mantém-se vivas, protegidas e alimentadas por Deus.
Toda mulher tem este tesouro dentro de si. É o prêmio abençoado por ter aberto seu coração ao convite de Deus durante sua história.
Quantos sacrifícios, quantas lágrimas e dor custou este prêmio!
Por isto é justificada a frase do autor mencionada acima.
Muito deve o mundo à ternura e humildade feminina. É graças a isto que mantém-se viva no mundo a chama do Amor.
Amor e alma feminina dão se as mãos para a construção de um novo mundo melhor. Onde prevaleça a bandeira do bem, da fraternidade, da união, da paz para sempre.
Por isto, um homem nunca deve olhar uma mulher com os olhos da maldade. Ainda que ela esteja atolada em pântano de vícios, assim mesmo ela é a rosa mais bela da criação de Deus.