Em uma noite de domingo estava eu aconchegado aos braços de minha namorada em um quarto de motel.
Era uma mulher muito bonita, ela tinha um lindo sorriso que até hoje me encanta quando eu relembro. Era culta, elegante e inteligente.
Tantos atributos me cativaram. Eu a conheci em uma de minhas muitas viagens ao interior do estado de São Paulo a trabalho.
Até hoje, muitos anos depois, lembro com saudade os momentos que desfrutei naquela época. Eu adorava “pegar” a estrada com o carro repleto de mercadorias: lingeries e cuecas fabricadas em uma micro empresa que eu tinha.
Ela era amiga de um cliente meu, também tinha um negócio de roupas vizinho ao de meu cliente. Assim começou nossa amizade.
Logo me encantei com sua cultura, coisa rara em uma pessoa do interior, principalmente em uma cidade pequena.
Nós conversávamos sobre filosofia, arte, literatura e tantos outros assuntos de ordem elevada. Mais encantado fiquei ao descobrir que ela era espírita, havia lido os livros de Allan Kardec e conhecia a luminosa literatura espírita. Ela tinha um centro espírita.
Da amizade à paquera. Da paquera ao namoro não demorou muito.
Assim, voltando ao início desta história, estávamos abraçados deliciosamente em um quarto de motel.
Em certo momento vi ela olhar meu órgão genital, baixar a cabeça e dirigir a cabeça em direção ao meu órgão genital em uma atitude clara, a qual percebi a intenção imediatamente. Segurei sua cabeça antes dela se aproximar para consumar o ato que pretendia.
Nunca me esquecerei do olhar de espanto que estava estampado em seu rosto. Ela parecia profundamente espantada. Um homem que não aceita este tipo de carícia! Parecia um absurdo!
Ela afastou-se ligeiramente de meu corpo. Observei suas feições. Parecia mais surpresa de que envergonhada. Ficou um tanto confusa e algo contrariada.
Eu, de minha parte fiquei mais espantado de que ela. Não por que ela tinha tendência à depravação, coisa compreensível no mar de imundície e imoralidade que desabou sobre o mundo atual, mas fiquei espantado como uma pessoa tão culta e inteligente, a qual conhecia a verdade luminosa que a luz espírita dissemina desandasse tanto.
Como pode alguém que leu as obras de Kardec, Emmanuel, André Luís e tantas outras leituras luminosas, as quais são um repositório de luz e uma alta moralidade, não absorver esta luz moral?
A resposta está em uma observação de Kant, um dos maiores pensadores de todos os tempos: o perverso coração humano.
É a perversidade demoníaca que impede a aceitação da luz moral e ama a imundície.
Mas quem ouve suas matreiras e astutas sugestões cai em um abismo de loucuras o qual o fim é a miséria, a dor e a degradação. A justiça infalível de Deus não tolera imundícies. Quem ousar insistir, quebrará sua cabeça diante da férrea justiça de Deus. Se persistir ainda, sangrará até a morte por doenças e misérias angustiantes, pois a lei de Deus não mudará um til sequer, mesmo que toda a humanidade chafurde gritando angustiada até o pescoço no sangue e no lodaçal de suas loucuras, cujo fim é a dor e a morte.
Eu já previa seu destino. Como ocorre em casos assim ela degradou-se cada vez mais. Dia a dia, o diabo ocupava um pouco mais no terreno de sua alma até a degradação total.
Cheguei a vê-la nesse estado. Ela estava moralmente irreconhecível. Continuava bonita, ainda tinha seu lindo sorriso, mas sua alma estava totalmente transformada. O diabo tomou conta de seu coração.
Tentei influenciá-la para sua volta à luz, mas ela insistiu na estrada do mal. Afastei me dela.
Ela era viúva. Em diálogo com ela descobri que ela -como ocorre tantas vezes- perdeu-se por insistência do marido.
Eu já antevia seu futuro, o qual ela não podia enxergar, desvairada que estava pelo véu astuto e perverso do demônio que a cegava.
Mas a justiça de Deus vela atenta e severa a todos nós. Uma doença venérea extremamente dolorosa, foi o primeiro sinal de que havia chegado o fatal momento de acerto de contas à justiça infalível de Deus. Sua vida desandou, seus negócios fracassaram e ela teve que amargar agruras infindáveis sob o peso da pobreza, da dor e da solidão.
Blog
"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.
domingo, 21 de junho de 2015
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Elas: sensibilidade.
“Os homens corrompem os sentimentos femininos, e depois pensam que somos malditas. Na verdade no fundo do sentimento feminino existe apenas o desejo que é o de amar. Por exemplo: Nos vestimos para sermos amadas, choramos para sermos amadas. E quando somos malditas é culpa da falta de amor. Se eles prestarem atenção somos culpadas por o mundo se movimentar. E sendo assim a boa ou ruinzinha é cheia de desejo e nosso sentimento de busca desse carinho faz o mundo se desenvolver, e o homem que não entende acha que somos umas pestes. Homem que não entende desse carinho vive nas profundezas do vazio. Você não precisa nos entender pois somos confusas mesmo, e se podemos aliviar seu estresse apenas nos diga palavras de carinho e amor como seu texto.”
“Amei o que você escreveu mestre."
Este foi o comentário de uma sensível e extremamente perspicaz leitora à minha postagem "Um mundo sem elas."
Fiquei impressionado com a precisão dela em captar meu pensamento. Como comentei, ela captou maravilhosamente meu pensamento.
Somente uma mulher tem sensibilidade, senso equilibrado, visão precisa de uma determinada situação, para exprimir com tanta fluência e beleza em poucas palavras toda a rica gama de emoções e sentimentos que todas as mulheres carregam dentro de si.
Ela expressou com muita sensibilidade e beleza poética aquilo que permeia silencioso e pertinaz no fundo da alma feminina e que tanto amedronta os homens e os aborrece, sem perceberem em sua insensibilidade inata que eles próprios são os culpados.
É a voz da alma feminina abrindo-se à realidade humana e lançando ao mundo seu desafio para que os homens colham a rosa da compreensão e saibam que o carinho e o amor é a linguagem universal que fica escrita para toda a vida no coração de uma mulher.
Lembrei a feliz observação de Victor Hugo quando disse que Deus é o primeiro autor de tudo o que se escreve no mundo.
Palavras como estas escritas por ela fazem remeter às sutis relações entre escritor e leitor já abordadas por mim anteriormente.
A arte de expressar o pensamento por meio da palavra escrita, como todas as artes, está vinculada à magia sublime que permeia por todas as coisas do Universo e satura todas as coisas com sua magnífica luz inebriante.
Um mistério magnífico captado apenas por anjos, crianças ainda pequenas ou o coração de uma mulher, tal qual a feliz autora do comentário acima.
“Amei o que você escreveu mestre."
Este foi o comentário de uma sensível e extremamente perspicaz leitora à minha postagem "Um mundo sem elas."
Fiquei impressionado com a precisão dela em captar meu pensamento. Como comentei, ela captou maravilhosamente meu pensamento.
Somente uma mulher tem sensibilidade, senso equilibrado, visão precisa de uma determinada situação, para exprimir com tanta fluência e beleza em poucas palavras toda a rica gama de emoções e sentimentos que todas as mulheres carregam dentro de si.
Ela expressou com muita sensibilidade e beleza poética aquilo que permeia silencioso e pertinaz no fundo da alma feminina e que tanto amedronta os homens e os aborrece, sem perceberem em sua insensibilidade inata que eles próprios são os culpados.
É a voz da alma feminina abrindo-se à realidade humana e lançando ao mundo seu desafio para que os homens colham a rosa da compreensão e saibam que o carinho e o amor é a linguagem universal que fica escrita para toda a vida no coração de uma mulher.
Lembrei a feliz observação de Victor Hugo quando disse que Deus é o primeiro autor de tudo o que se escreve no mundo.
Palavras como estas escritas por ela fazem remeter às sutis relações entre escritor e leitor já abordadas por mim anteriormente.
A arte de expressar o pensamento por meio da palavra escrita, como todas as artes, está vinculada à magia sublime que permeia por todas as coisas do Universo e satura todas as coisas com sua magnífica luz inebriante.
Um mistério magnífico captado apenas por anjos, crianças ainda pequenas ou o coração de uma mulher, tal qual a feliz autora do comentário acima.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Um mundo sem elas...
O que seria do mundo sem a mulher?
Louca, maldosa ou falsa, ainda assim ela é a criatura mais adorável da natureza.
É pena que os homens só reconheçam isto tardiamente, quando estão encanecidos e com a face repleta de rugas.
Só diante da velhice e às portas da morte é que muitos homens reconhecem sua perversidade e sentem as pontadas agudas do arrependimento.
Já assisti isto. O destino deu-me a oportunidade de apreciar esta experiência. Vi a dureza, a frieza, a perversidade, a insensibilidade ir por terra diante da velhice e da morte e serem substituídas por abundantes lágrimas.
Os homens não entendem a sutileza da alma feminina e seu rico conteúdo sentimental. É uma linguagem que lhes é desconhecida.
Amor, emoções, carinho e sentimentos fazem parte essencial da alma feminina. É um raro presente de Deus para a mulher um homem aquinhoado com estes dons.
Todos desejam, de uma forma ou outra, ser felizes. Mas tudo está submetido às imponderáveis e poderosas leis do destino. Pessoa alguma recebe algo gratuito da Vida. Tudo tem que ser conquistado.
Para se receber é imprescindível doar. Para colher é necessário plantar.
Estamos enredados à malha poderosa do destino, queiramos ou não, quer nos agrade ou não. A Vida não dá a mínima para nossa ignorância e estupidez ou mesmo nossa teimosia.
Os homens na maioria das vezes são escravos de seus demônios e sofrem duramente por sua cegueira egoísta e perversa.
É estupendo o quinhão de egoísmo e perversidade que transborda do coração da maioria dos homens.
A mulher pode ser maldosa, cometer loucuras, mas ela tem seu coração aberto a Deus. É mais acessível à luz divina que envolve todo o universo.
O que seria do mundo sem a mulher?
Não é difícil imaginar o quadro. Um mundo frio, duro, egoísta e perverso. Sem luz, sensibilidade, bondade ou beleza. Há muito que os homens teriam se devorados uns aos outros.
É à mulher, sua ternura, sensibilidade e seu amor, que a par de suas fraquezas foi possível a Deus plantar a semente do bem e do amor divino no mundo.
Elas foram escolhidas por Deus e coisa alguma no universo pode mudar isto.
Uma chuva de bençãos cairá abundante sobre a existência do homem que souber cativar o coração de uma mulher com a magia do carinho e do amor.
É um prêmio doado pela Vida ao homem que deixar seu egoísmo de lado e abrir seu coração à luz divina que paira sobranceira acima de tudo.
Ele desfrutará da alegria legítima se souber lidar com a alma feminina e sua riqueza sentimental, pois elas são a delícia de nosso coração.
Não esperemos a pressão da dor, da velhice e da morte para valorizá-la. O tempo passa muito rápido. Não esperemos as tardias lágrimas do arrependimento para dar o passo exultante em direção ao jardim do amor e do carinho. Vamos florir o dia a dia com as rosas deste jardim antes que seja tarde demais e também tenhamos que amargar abundantes lágrimas...
Louca, maldosa ou falsa, ainda assim ela é a criatura mais adorável da natureza.
É pena que os homens só reconheçam isto tardiamente, quando estão encanecidos e com a face repleta de rugas.
Só diante da velhice e às portas da morte é que muitos homens reconhecem sua perversidade e sentem as pontadas agudas do arrependimento.
Já assisti isto. O destino deu-me a oportunidade de apreciar esta experiência. Vi a dureza, a frieza, a perversidade, a insensibilidade ir por terra diante da velhice e da morte e serem substituídas por abundantes lágrimas.
Os homens não entendem a sutileza da alma feminina e seu rico conteúdo sentimental. É uma linguagem que lhes é desconhecida.
Amor, emoções, carinho e sentimentos fazem parte essencial da alma feminina. É um raro presente de Deus para a mulher um homem aquinhoado com estes dons.
Todos desejam, de uma forma ou outra, ser felizes. Mas tudo está submetido às imponderáveis e poderosas leis do destino. Pessoa alguma recebe algo gratuito da Vida. Tudo tem que ser conquistado.
Para se receber é imprescindível doar. Para colher é necessário plantar.
Estamos enredados à malha poderosa do destino, queiramos ou não, quer nos agrade ou não. A Vida não dá a mínima para nossa ignorância e estupidez ou mesmo nossa teimosia.
Os homens na maioria das vezes são escravos de seus demônios e sofrem duramente por sua cegueira egoísta e perversa.
É estupendo o quinhão de egoísmo e perversidade que transborda do coração da maioria dos homens.
A mulher pode ser maldosa, cometer loucuras, mas ela tem seu coração aberto a Deus. É mais acessível à luz divina que envolve todo o universo.
O que seria do mundo sem a mulher?
Não é difícil imaginar o quadro. Um mundo frio, duro, egoísta e perverso. Sem luz, sensibilidade, bondade ou beleza. Há muito que os homens teriam se devorados uns aos outros.
É à mulher, sua ternura, sensibilidade e seu amor, que a par de suas fraquezas foi possível a Deus plantar a semente do bem e do amor divino no mundo.
Elas foram escolhidas por Deus e coisa alguma no universo pode mudar isto.
Uma chuva de bençãos cairá abundante sobre a existência do homem que souber cativar o coração de uma mulher com a magia do carinho e do amor.
É um prêmio doado pela Vida ao homem que deixar seu egoísmo de lado e abrir seu coração à luz divina que paira sobranceira acima de tudo.
Ele desfrutará da alegria legítima se souber lidar com a alma feminina e sua riqueza sentimental, pois elas são a delícia de nosso coração.
Não esperemos a pressão da dor, da velhice e da morte para valorizá-la. O tempo passa muito rápido. Não esperemos as tardias lágrimas do arrependimento para dar o passo exultante em direção ao jardim do amor e do carinho. Vamos florir o dia a dia com as rosas deste jardim antes que seja tarde demais e também tenhamos que amargar abundantes lágrimas...
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