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"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.

domingo, 24 de março de 2013

Elas: Saúde moral.


Ainda que uma multidão de mulheres são arrastadas na voragem da onda de depravação atual, podemos notar que algumas se preservam. Aqui e ali sempre há algumas que não se sujeitam a degradações humilhantes e pervertidas. Elas mantem sua dignidade íntegra, não cedem às solicitações pervertidas de seus companheiros.
Esta atitude as poupa de desastrosas e dolorosas consequências inevitáveis a quem cede a sugestões do demônio: Doenças, degradação, vícios e outras misérias que podem afetar as infelizes por toda a vida.
Não é difícil encontrarmos pessoas idosas desgastadas, prematuramente senectas, com um ar frio, cansado e amargo; arruinadas fisicamente e amarguradas por doenças constantes. São os pervertidos de ontem, companheiros constantes do tédio.
Estas mulheres não dão aquele primeiro passo, o qual faz resvalar sempre mais até a degradação total, à qual somente a dor liberta.
Se a perversão é a mesma, tanto em um homem quanto a uma mulher, a reação e consequências são totalmente diferentes no que tange à mulher. Ela é psíquica e moralmente diferente do perverso homem. Sua sensibilidade inata, se favorece mais à regeneração, também faz com que sofra mais quando se perverte. Isto não afeta somente a alma, o corpo também se ressente. Muitos problemas orgânicos femininos tem como causa o desequilíbrio moral ocasionado por uma existência depravada.
A ciência do futuro ainda descobrirá relações desconhecidas entre moralidade e saúde física.  Quando isto acontecer muitos fatos inéditos revelarão quão delicada e sensível é a alma feminina ao estado moral.
Até lá só nos resta orar a Deus e confiar em Sua sabedoria previdente.

domingo, 3 de março de 2013

Elas e o tempo.


Todos os dias uma multidão de mulheres são aliciadas pelo demônio e seus infernais sequazes. O homem -   este fiel servidor do diabo - tem servido como instrumento de suas depravações perversas.
O prazer desenfreado é o engodo utilizado para embair as infelizes. Elas vão como cegos à beira de um abismo.
Pobres criaturas!  Só o tempo e a dor abrirão seus olhos.
Elas não percebem a passagem do tempo e suas inevitáveis transformações...
O amanhã muda-se em hoje bem depressa...
Não veem aquelas que se perderam no mesmo caminho outrora, embaídas pelo mesmo demônio e hoje relegadas à miséria moral, à degradação, solidão e doenças graves. Não atentam às marcas que a corrupção estampou em seus rostos. Não percebem que vão pelo mesmo caminho, atingirão o mesmo destino.
Não podemos condená-las. O senhor demônio sabe como manter presas em suas rédeas tão logo elas deem o menor sinal de querer libertar-se. Aí é que ele aperta mais o laço. Depois quando o tempo passa ele simplesmente abandona sua presa como lixo inútil...
O tempo é implacável, ele devolve à nossa vida a colheita plantada no passado. Queiramos ou não teremos que sorver o cálice de dores e miséria até a última gota.
Apenas o poderoso tempo curará as desditosas presas do demônio, já que elas preferem ser arrastadas na voragem enganadora do prazer nefasto de um momento a ouvir o misericordioso convite de Deus.