Tive uma desinteligência com uma pessoa muito afeiçoada a mim.
A internet foi o meio utilizado pela vida para nos aproximar.
Passei deliciosas horas conversando com ela via skype e trocamos muitos e-mails.
Apesar dela ser educada e bondosa, notei há muito tempo uma forte tendência a ser niquenta. Não relevei isto, afinal, ninguém é perfeito.
Há muito que notei também uma falta de bom gosto, um amor à banalidade e uma propensão às coisas baixas para mim, mas não baixas para ela.
Esforcei-me para elevar seu pensamento para as regiões elevadas da alma. Indiquei-lhe livros de ordem elevada, autores clássicos, obras primas universais, na intenção de elevar sua alma. Ela até que foi dócil a isto, mas minha intenção bateu de frente à ignorância dela.
Sua alma, embora já tenha dado o passo em direção à luz, ainda está vinculada fortemente às trevas da ignorância. Eu já havia notado isto desde nossas primeiras conversas. Não relevei isto e continuei com nossa amizade.
Notei que ela não tem entendimento, inteligência e cultura suficiente para compreender as sutilezas psicológicas das manobras executadas por forças inferiores demoníacas em sua alma.
Como toda a humanidade, ela vive alienada em seu ilusório, baixo e perverso mundo. Não consegue enxergar coisa alguma fora desta falsa realidade, baixa e vulgar. O que supera esta infeliz percepção fica no inconcebível.
Assim é a baixa e perversa alma humana. Não compreende coisa alguma da luz, ou compreende pouco, não quer compreender e ainda quer atrair quem já vive em um patamar superior do pensamento para seu baixo e rasteiro patamar.
Nota-se a baixeza humana quando se analisa as relações entre almas que optaram pela elevação e aquelas que continuam a trilhar as estradas perversas e ignorantes do mundo.
É comum aos ignorantes criticarem maldosamente aqueles que abandonaram a veste rota da ignorância e do mal. É uma estratégia inconsciente do demônio. O demônio não quer morrer. Ele resiste com unhas e dentes até o ultimo suspiro.
Foi o que notei com esta desinteligência entre eu e minha amiga. “Arrogante,” foi o termo utilizado por ela para justificar seu amor à ignorância e às coisas baixas. Sua falta de esforço e perseverança à luz e às coisas elevadas.
Ela não percebe, mas eu sim. Percebo as matreiras astúcias do mal a influenciar seu pensamento e mantê-la aprisionada nas trevas para sempre.
Eu não cedo uma nesga sequer às forças do mal. Luto diuturnamente. É uma luta sem tréguas. Isto exige uma vigilância constante.
Vivo em constante conflito com o mundo por não ceder à suas sugestões perversas, falsas e egoístas, filhas do diabo.
Lembrei há alguns dias, quando desloquei-me de minha cidade e tive que viajar 250 Kms. em direção a São Paulo. Fiquei dois dias na casa de uma parente. Na casa desta parente moram duas jovens. Uma delas, com dezoito anos, lançou-me muitos olhares maliciosos e demonstrou um forte interesse sexual por mim.
Eu dormi na sala. À noite eu acordei com seus passos ao meu lado, mais de uma vez. Ela inventou pretextos para ir até a sala onde eu dormia com a patente intenção de uma aventura sexual.
Na viagem de volta, conversando no carro com a pessoa que viajou junto comigo, esta pessoa me informou que a referida moça da aventura disse que eu sou muito “Chato.”
Ela até que me agradou, mas sou extremamente exigente à questão de higiene. Vi todos tomarem banho, mas não vi a moça da aventura. Também achei a atitude dela muito descarada e vulgar. Dava para perceber que tipo de pessoa ela era. Em conversa com minha parente fiquei conhecendo seu passado e suas leviandades.
Esta atitude de rejeitar a correção, não querer mudar, continuar tenazmente no caminho do mal e ainda arrastar a quem já libertou-se das garras do mal é um indício de baixeza e perversidade muito comum neste inferno em que vivemos.
O que os ignorantes e perversos não sabem e eu sei muito bem, é que acima de tudo está a lei de Deus e sua justiça inexorável. É uma gigantesca espada poderosa a vigiar severamente nossos passos, pronta a desabar sobre nossa cabeça a todo o momento, lançando em nosso destino uma enxurrada de dores e tormentos.
A desgraça dos perversos e ignorantes é justamente sua cegueira estúpida, sua teimosia maldosa, vítimas que são de sua ignorância voluntária.
Longe estou eu da perfeição. Eu lutei muito por meu pequeno quinhão de luz. Este quinhão custou-me muitas lágrimas e dores.
Devo a Deus meu pequeno quinhão de luz. Sem Sua bondade infinita a proteger-me e guiar neste inferno maldito jamais eu seria agraciado com a luz divina.
Por isto, afastei-me de minha amiga. Os sensores de minha alma alertaram-me que eu estava sendo sugado no redemoinho da ignorância e das trevas. Ela não fazia isto por maldade, era antes vítima de sua ignorância, sua inteligência muito limitada e sua ingenuidade intelectual.
Blog
"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.
sexta-feira, 4 de março de 2016
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016
Humildade.
“É simples, eu sou burra! E eu não tenho jeito.” Esta foi a resposta de minha amiga ao e-mail que enviei-lhe sobre seus muitos erros gramaticais. Ela tem uma enorme dificuldade para escrever escorreitamente.
Além de escrever as palavras acima ela enviou-me uma imagem grotesca na qual havia um corpo de burro com a cabeça de uma mulher.
Minha amiga! Não se diminua tanto. Você não percebe o quanto isto é nocivo a todas as mulheres.
A existência da mulher deve ser analisada sob outros parâmetros alheios ao intelectual.
A vaidade e frieza dos homens fazem eles concordar com você. O tolo e estúpido orgulho masculino pensa assim, mas eu não compartilho esta opinião.
O que falta a você é boa vontade em dar o primeiro passo e continuar até o fim. Dizer que você não tem jeito é uma mentira deslavada e totalmente falsa. Não existe problema sem solução, desde que se encare o esforço necessário.
Você é mulher. Saiba que a mulher é a mais deliciosa criação de Deus. Percebe-se isto em suas palavras. Um homem jamais diria tal coisa, mesmo que fosse o mais estúpido do planeta. Ele é incapaz de deixar seu tolo orgulho de lado, para abrir seu coração à flor divina da humildade como você fez.
Esta humildade é uma marca luminosa na alma de todas as mulheres, mesmo as piores. É o crédito eterno que ficará guardado no recanto mais íntimo de todas as mulheres, quando no dia de seu juízo ela poderá trocar por bençãos divinas.
O homem só poderá lamentar e chorar seu descaso perverso ao chamado do coração quando estiver frente a frente à justiça de Deus.
Mesmo as mais orgulhosas ainda guardam o perfume sagrado da humildade em seu coração.
A humildade verdadeira é a trilha repleta de estrelas palmilhada por todos os santos, que conduz até Deus, o começo, meio e fim de tudo, o alfa e ômega do Universo eterno.
Além de escrever as palavras acima ela enviou-me uma imagem grotesca na qual havia um corpo de burro com a cabeça de uma mulher.
Minha amiga! Não se diminua tanto. Você não percebe o quanto isto é nocivo a todas as mulheres.
A existência da mulher deve ser analisada sob outros parâmetros alheios ao intelectual.
A vaidade e frieza dos homens fazem eles concordar com você. O tolo e estúpido orgulho masculino pensa assim, mas eu não compartilho esta opinião.
O que falta a você é boa vontade em dar o primeiro passo e continuar até o fim. Dizer que você não tem jeito é uma mentira deslavada e totalmente falsa. Não existe problema sem solução, desde que se encare o esforço necessário.
Você é mulher. Saiba que a mulher é a mais deliciosa criação de Deus. Percebe-se isto em suas palavras. Um homem jamais diria tal coisa, mesmo que fosse o mais estúpido do planeta. Ele é incapaz de deixar seu tolo orgulho de lado, para abrir seu coração à flor divina da humildade como você fez.
Esta humildade é uma marca luminosa na alma de todas as mulheres, mesmo as piores. É o crédito eterno que ficará guardado no recanto mais íntimo de todas as mulheres, quando no dia de seu juízo ela poderá trocar por bençãos divinas.
O homem só poderá lamentar e chorar seu descaso perverso ao chamado do coração quando estiver frente a frente à justiça de Deus.
Mesmo as mais orgulhosas ainda guardam o perfume sagrado da humildade em seu coração.
A humildade verdadeira é a trilha repleta de estrelas palmilhada por todos os santos, que conduz até Deus, o começo, meio e fim de tudo, o alfa e ômega do Universo eterno.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016
Meu bebê.
Meu bebê tem o mais delicioso sorriso do mundo. Ela é um presente de Deus para mim. Adoro apertar delicadamente suas bochechas.
Seu sorriso se abre luminoso todas as vezes que encho sua face de beijos.
Amo o sorriso de meu bebê. Parece que a luz do sol inunda minha vida quando seu rosto se abre em um magnífico sorriso diante de todo meu carinho.
Meu bebê é a mulher da minha vida. Aquela que o destino trouxe à minha vida nas esquinas do tempo.
Adoro compartilhar minha vida com meu bebê. Amo acordar ao seu lado todos os dias.
Meu bebê parece uma boneca. Sua beleza sempre me encanta.
Dormir com ela é como caminhar pelas estrelas em uma estrada infinita feita de sonhos. É difícil voltar.
Anjos enfeitam a estrada com flores azuis brilhantes que cintilam como um cometa.
Viajo por esta estrada todas as noites ao lado de meu bebê.
Estou apaixonado por meu bebê. Para ela colho flores brilhantes todas as noites.
Por ela eu caminho a estrada cintilante que conduz às estrelas todas as noites.
O amor por meu bebê vai muito além das estrelas. Ele vai até o infinito.
Nosso amor está escrito nas constelações distantes do infinito, sob a abóboda sem fim do céu eterno.
Foi lá que Deus escreveu o mapa de nossa história, foi lá que o destino forjou o amor por meu bebê.
Meu bebê é o desiderato de minha alma, meu maior anseio.
Para ela ofereço o maior preito de minha alma, para ela vai meu eterno desejo.
Seu sorriso se abre luminoso todas as vezes que encho sua face de beijos.
Amo o sorriso de meu bebê. Parece que a luz do sol inunda minha vida quando seu rosto se abre em um magnífico sorriso diante de todo meu carinho.
Meu bebê é a mulher da minha vida. Aquela que o destino trouxe à minha vida nas esquinas do tempo.
Adoro compartilhar minha vida com meu bebê. Amo acordar ao seu lado todos os dias.
Meu bebê parece uma boneca. Sua beleza sempre me encanta.
Dormir com ela é como caminhar pelas estrelas em uma estrada infinita feita de sonhos. É difícil voltar.
Anjos enfeitam a estrada com flores azuis brilhantes que cintilam como um cometa.
Viajo por esta estrada todas as noites ao lado de meu bebê.
Estou apaixonado por meu bebê. Para ela colho flores brilhantes todas as noites.
Por ela eu caminho a estrada cintilante que conduz às estrelas todas as noites.
O amor por meu bebê vai muito além das estrelas. Ele vai até o infinito.
Nosso amor está escrito nas constelações distantes do infinito, sob a abóboda sem fim do céu eterno.
Foi lá que Deus escreveu o mapa de nossa história, foi lá que o destino forjou o amor por meu bebê.
Meu bebê é o desiderato de minha alma, meu maior anseio.
Para ela ofereço o maior preito de minha alma, para ela vai meu eterno desejo.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Elas e a ingenuidade.
A gigantesca onda de depravação que desabou sobre o mundo atual está causando um efeito deveras lamentável às mulheres, além de todas as demais consequências danosas, as quais deixam sequelas na alma e no corpo da mulher por toda a vida.
A mulher moderna perdeu a ingenuidade. Não a ingenuidade irmã da tolice, filha da imprudência e sim aquela ingenuidade cativante, filha da beleza radiante das estrelas, a qual fez a alegria dos poetas, dos artistas, dos cantores em todos os recantos do mundo desde as épocas mais recuadas de nossa história.
A pintura, a poesia, a literatura e a música estão repletos
com o encanto feminino da ingenuidade.
Não só a mulher, mas também as crianças do mundo atual estão sendo arrastadas na voragem da onda maldita.
As crianças na época do mundo atual, praticamente já nascem falando palavrões e expressões chulas. Não se dá a oportunidade para elas escolherem o bom caminho. Elas mal nascem e imputam-lhes o veneno maldito alma a dentro.
A mulher é de constituição psíquica e física muito diferente do frio e perverso homem. Sua alma e seu corpo se ressentem mais quando o veneno do mal invade-lhe o mundo íntimo. Ela é mais propensa ao bem. Queira ou não, sua alma recebeu o beijo de Deus em sua longa história de dor e sacrifício.
Este beijo de Deus marcou a alma da mulher para sempre e coisa alguma pode mudar isto.
Quando o mal entorpece-lhe a alma e cega sua visão, ela não pode enxergar o abismo de agonia e miséria que se esconde por trás do véu ilusório que se estende diante de si, convidativo e sedutor.
É de partir o coração assistir todos os dias multidões de mulheres arrastadas na onda maldita, que as conduzirá infalivelmente às praias onde jazem cadáveres imundos, corroídos por doenças terríveis, afogados na miséria, na dor e na imundície.
Só Deus salvará as infelizes! Seu amor infinito as recolherá nas trevas que elas escolheram a si próprias, quando o cansaço, a angústia macabra, a tristeza aflitiva, sob o tacão impiedoso da dor, elas deixarão brilhar dentro de si a estrela luminosa que o beijo de Deus fez nascer dentro de si para sempre.
A mulher moderna perdeu a ingenuidade. Não a ingenuidade irmã da tolice, filha da imprudência e sim aquela ingenuidade cativante, filha da beleza radiante das estrelas, a qual fez a alegria dos poetas, dos artistas, dos cantores em todos os recantos do mundo desde as épocas mais recuadas de nossa história.
A pintura, a poesia, a literatura e a música estão repletos
com o encanto feminino da ingenuidade.
Não só a mulher, mas também as crianças do mundo atual estão sendo arrastadas na voragem da onda maldita.
As crianças na época do mundo atual, praticamente já nascem falando palavrões e expressões chulas. Não se dá a oportunidade para elas escolherem o bom caminho. Elas mal nascem e imputam-lhes o veneno maldito alma a dentro.
A mulher é de constituição psíquica e física muito diferente do frio e perverso homem. Sua alma e seu corpo se ressentem mais quando o veneno do mal invade-lhe o mundo íntimo. Ela é mais propensa ao bem. Queira ou não, sua alma recebeu o beijo de Deus em sua longa história de dor e sacrifício.
Este beijo de Deus marcou a alma da mulher para sempre e coisa alguma pode mudar isto.
Quando o mal entorpece-lhe a alma e cega sua visão, ela não pode enxergar o abismo de agonia e miséria que se esconde por trás do véu ilusório que se estende diante de si, convidativo e sedutor.
É de partir o coração assistir todos os dias multidões de mulheres arrastadas na onda maldita, que as conduzirá infalivelmente às praias onde jazem cadáveres imundos, corroídos por doenças terríveis, afogados na miséria, na dor e na imundície.
Só Deus salvará as infelizes! Seu amor infinito as recolherá nas trevas que elas escolheram a si próprias, quando o cansaço, a angústia macabra, a tristeza aflitiva, sob o tacão impiedoso da dor, elas deixarão brilhar dentro de si a estrela luminosa que o beijo de Deus fez nascer dentro de si para sempre.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2015
Beleza molhada.
Nunca te vi tão linda, como naquele dia, ao abrir o portão, deparei-me com você toda encharcada pela torrencial chuva que desabou sobre a cidade naquela noite.
Meu Deus! Jamais meus olhos viram tanta beleza ao olhar teu rosto se abrir em um lindo sorriso, ao me ver sair para a rua.
Ainda chovia, gotas escorriam por todo seu corpo, deslizavam para o chão e eram carregadas pela correnteza. Parecia que a natureza queria acariciar você para sentir o prazer de saborear tua beleza.
Você estava parada ali, as luzes das lâmpadas realçavam tuas curvas sinuosas, uma obra sem par da natureza, um sonho luminoso de algum anjo solitário.
Minha alma subiu às estrelas ao sentir teu rosto molhado quando você tocou minha face com teu beijo.
Parecia que o universo inteiro havia parado. Mil constelações estavam estacionadas sobre nossas cabeças apenas para apreciar tua beleza encharcada dos pés à cabeça.
Meu amor por ti nunca subiu tanto como naquele momento!
Um milhão de palavras não seriam suficientes para expressar a beleza daquele momento ao ver você toda molhada.
Apesar da chuva, a lua observava tudo silenciosa. Ela parecia um olho divino a observar jubiloso o quadro sublime de tua beleza encharcada no silêncio da noite. Meus olhos embevecidos viram tua beleza refletida na correnteza sob o luar.
Como posso agradecer a Deus esta dádiva tão preciosa, este carinho divino?
Tua beleza molhada fez meu amor por ti atingir as alturas, naquele inolvidável dia, no qual nunca te vi tão linda.
Meu Deus! Jamais meus olhos viram tanta beleza ao olhar teu rosto se abrir em um lindo sorriso, ao me ver sair para a rua.
Ainda chovia, gotas escorriam por todo seu corpo, deslizavam para o chão e eram carregadas pela correnteza. Parecia que a natureza queria acariciar você para sentir o prazer de saborear tua beleza.
Você estava parada ali, as luzes das lâmpadas realçavam tuas curvas sinuosas, uma obra sem par da natureza, um sonho luminoso de algum anjo solitário.
Minha alma subiu às estrelas ao sentir teu rosto molhado quando você tocou minha face com teu beijo.
Parecia que o universo inteiro havia parado. Mil constelações estavam estacionadas sobre nossas cabeças apenas para apreciar tua beleza encharcada dos pés à cabeça.
Meu amor por ti nunca subiu tanto como naquele momento!
Um milhão de palavras não seriam suficientes para expressar a beleza daquele momento ao ver você toda molhada.
Apesar da chuva, a lua observava tudo silenciosa. Ela parecia um olho divino a observar jubiloso o quadro sublime de tua beleza encharcada no silêncio da noite. Meus olhos embevecidos viram tua beleza refletida na correnteza sob o luar.
Como posso agradecer a Deus esta dádiva tão preciosa, este carinho divino?
Tua beleza molhada fez meu amor por ti atingir as alturas, naquele inolvidável dia, no qual nunca te vi tão linda.
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Despedida...
Ela foi-se. Minha sorridente e simpática amiga morreu aos 31 anos! Morreu? Não! Antes, suicidou-se. Como milhões de pessoas, ela preparou e apressou sua morte.
A causa física de sua morte foi leucemia, agravada por uma fatal desnutrição.
Eu a conhecia desde menina. Analisando sua vida, sua personalidade, podemos estabelecer a ação de fatores abstratos, os quais afetaram poderosamente a formação de seu destino.
O ser humano está sujeito a uma infinidades de influências que motivam invisivelmente suas escolhas, ora “empurrando” para cá ou para lá. Os mais fracos são verdadeiras marionetes, manipulados por fatores ocultos, os quais vem em forma de impulsos instintivos do subconsciente. A cultura, o meio ambiente, o país, a época, a hereditariedade, a educação, os preconceitos e uma gama de outros fatores, presentes e passados, invisíveis e visíveis, influenciam a decisão humana. É forte a influência destes fatores, mas o ser humano tem sempre seu livre arbítrio. Aconteça o que acontecer a vontade humana é sempre livre.
Quanto mais esclarecido e amadurecido for um ser humano, maior é a preponderância de sua vontade e menor é a influência de fatores externos ou mesmo internos. Por isto, observamos que pessoas ignorantes e estúpidas são tão propensas a um comportamento leviano, inconveniente e irresponsável. Haja vista, a violência, tão comum nas classes inferiores.
Minha amiga era extremamente simpática e alegre, mas era propensa à violência e tinha um espírito de furor.
Eu assisti muitas vezes ela ceder à voz do demônio, inconsciente de que estava endividando-se com a justiça de Deus.
Eu observava em silêncio, certo que estava, da ação inexorável da justiça de Deus em sua vida.
Como acontece com tanta gente, ela deu ouvidos ao diabo e permaneceu assim durante muito tempo. Não quis saber da luz, abriu seu coração às forças do mal.
Como sempre acontece para todos que servem ao mal, as consequências foram terríveis. Ela sofreu agruras pavorosas, quase enlouqueceu de dor, gritava e chorava várias vezes. Emagreceu demais e ficou extremamente fraca, já não podia mais caminhar para muito longe da cama. O médico deu-lhe apenas três meses de vida no máximo.
Ela arrependeu-se de seu comportamento, mas já era tarde. Ela morreu no prazo estipulado.
Meu Deus! Por que somos tão obstinados? Pagamos com tormentos eternos o prazer nefasto de saborearmos o fruto do mal por um momento.
Que força diabólica é esta que nos enlouquece, nos cega e nos arrasta a seu antro imundo e perverso, onde impera a dor, a depravação, as trevas e a miséria?
O orgulho, a vaidade, o preconceito, o egoísmo, a ignorância, a perversidade são filhos legítimos do diabo. Rebentos vorazes a devorar nossa alma todos os dias.
Afogaríamos para sempre no mar de nosso inferno, se a misericórdia de Deus não estendesse Seu amor até nós.
Sofreríamos para sempre, enredados às malhas da justiça de Deus, se Seu amor infinito não acolhesse nossa miséria perversa.
A causa física de sua morte foi leucemia, agravada por uma fatal desnutrição.
Eu a conhecia desde menina. Analisando sua vida, sua personalidade, podemos estabelecer a ação de fatores abstratos, os quais afetaram poderosamente a formação de seu destino.
O ser humano está sujeito a uma infinidades de influências que motivam invisivelmente suas escolhas, ora “empurrando” para cá ou para lá. Os mais fracos são verdadeiras marionetes, manipulados por fatores ocultos, os quais vem em forma de impulsos instintivos do subconsciente. A cultura, o meio ambiente, o país, a época, a hereditariedade, a educação, os preconceitos e uma gama de outros fatores, presentes e passados, invisíveis e visíveis, influenciam a decisão humana. É forte a influência destes fatores, mas o ser humano tem sempre seu livre arbítrio. Aconteça o que acontecer a vontade humana é sempre livre.
Quanto mais esclarecido e amadurecido for um ser humano, maior é a preponderância de sua vontade e menor é a influência de fatores externos ou mesmo internos. Por isto, observamos que pessoas ignorantes e estúpidas são tão propensas a um comportamento leviano, inconveniente e irresponsável. Haja vista, a violência, tão comum nas classes inferiores.
Minha amiga era extremamente simpática e alegre, mas era propensa à violência e tinha um espírito de furor.
Eu assisti muitas vezes ela ceder à voz do demônio, inconsciente de que estava endividando-se com a justiça de Deus.
Eu observava em silêncio, certo que estava, da ação inexorável da justiça de Deus em sua vida.
Como acontece com tanta gente, ela deu ouvidos ao diabo e permaneceu assim durante muito tempo. Não quis saber da luz, abriu seu coração às forças do mal.
Como sempre acontece para todos que servem ao mal, as consequências foram terríveis. Ela sofreu agruras pavorosas, quase enlouqueceu de dor, gritava e chorava várias vezes. Emagreceu demais e ficou extremamente fraca, já não podia mais caminhar para muito longe da cama. O médico deu-lhe apenas três meses de vida no máximo.
Ela arrependeu-se de seu comportamento, mas já era tarde. Ela morreu no prazo estipulado.
Meu Deus! Por que somos tão obstinados? Pagamos com tormentos eternos o prazer nefasto de saborearmos o fruto do mal por um momento.
Que força diabólica é esta que nos enlouquece, nos cega e nos arrasta a seu antro imundo e perverso, onde impera a dor, a depravação, as trevas e a miséria?
O orgulho, a vaidade, o preconceito, o egoísmo, a ignorância, a perversidade são filhos legítimos do diabo. Rebentos vorazes a devorar nossa alma todos os dias.
Afogaríamos para sempre no mar de nosso inferno, se a misericórdia de Deus não estendesse Seu amor até nós.
Sofreríamos para sempre, enredados às malhas da justiça de Deus, se Seu amor infinito não acolhesse nossa miséria perversa.
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
A casa na árvore.
Construí uma casa na árvore para ela no fim da floresta. É para lá que levamos nossos sonhos todas as noites. Plantei sementes encantadas no jardim. Gnomos e fadas regam nossas rosas todas as madrugadas. Eles deixam um pote brilhante ao pé de nossa árvore todas as manhãs. É a poção mágica da alegria. Basta um gole para assomar às estrelas.
Vejo os chapeuzinhos do gnomos e das fadas todas a noites da janela de nossa casinha na árvore. Os gnomos são azuis, seus corpinhos parecem bonecos em miniaturas. Todos tem um chapeuzinho verde. Eles sempre carregam uma bolsa a tiracolo.
As fadas são verdes brilhantes, também tem um chapeuzinho, mas de cor vermelha. São pequeninos e extremamente alegres.
Um dia, ou melhor: uma madrugada, ela dormia. Desprendi suavemente seus braços de minha cintura e levantei. Fui até a janela de nossa casinha. Eu olhava encantado o céu pontilhado de pontos cintilantes. As estrelas resplandeciam luminosamente, seus raios refulgiam pelo firmamento e pareciam olhos gigantescos de deuses a olhar do alto sorridentes e serenos. Tudo estava silencioso na floresta. Uma sensação de paz, doçura e ternura sobressaía por tudo.
Voltei meu rosto para nosso leito e deparei-me com a beleza de seu rosto refletido nos raios que reverberavam sobre sua pele.
Ela é o meu amor, para ela construí nossa casinha na árvore no fim da floresta. Para lá carregamos o tesouro de nosso amor todas as noites.
Ela é minha paixão, é por isto que eu a amo e construí nossa casinha da árvore no fim da floresta.
Somente os gnomos e as fadas conhecem o segredo de nosso amor.
Eles deixam rosas brilhantes na porta de nossa casinha da árvore todas as noites assim que chegam. Pego as rosas brilhantes e espalho por todo o corpo dela. Ao tocar o corpo lindo dela as rosas se transformam em coraçõezinhos vermelhos e saltitam por todo nosso quarto em nossa casinha na árvore.
Um clarão avermelhado brilhante inunda todo o recinto e espalha-se por toda a nossa casinha. Parece um vulcão em chamas a espalhar luz por toda a nossa casinha.
Construí uma casinha na árvore para o meu amor no fim da floresta! É para lá que vamos todas as noites...
Vejo os chapeuzinhos do gnomos e das fadas todas a noites da janela de nossa casinha na árvore. Os gnomos são azuis, seus corpinhos parecem bonecos em miniaturas. Todos tem um chapeuzinho verde. Eles sempre carregam uma bolsa a tiracolo.
As fadas são verdes brilhantes, também tem um chapeuzinho, mas de cor vermelha. São pequeninos e extremamente alegres.
Um dia, ou melhor: uma madrugada, ela dormia. Desprendi suavemente seus braços de minha cintura e levantei. Fui até a janela de nossa casinha. Eu olhava encantado o céu pontilhado de pontos cintilantes. As estrelas resplandeciam luminosamente, seus raios refulgiam pelo firmamento e pareciam olhos gigantescos de deuses a olhar do alto sorridentes e serenos. Tudo estava silencioso na floresta. Uma sensação de paz, doçura e ternura sobressaía por tudo.
Voltei meu rosto para nosso leito e deparei-me com a beleza de seu rosto refletido nos raios que reverberavam sobre sua pele.
Ela é o meu amor, para ela construí nossa casinha na árvore no fim da floresta. Para lá carregamos o tesouro de nosso amor todas as noites.
Ela é minha paixão, é por isto que eu a amo e construí nossa casinha da árvore no fim da floresta.
Somente os gnomos e as fadas conhecem o segredo de nosso amor.
Eles deixam rosas brilhantes na porta de nossa casinha da árvore todas as noites assim que chegam. Pego as rosas brilhantes e espalho por todo o corpo dela. Ao tocar o corpo lindo dela as rosas se transformam em coraçõezinhos vermelhos e saltitam por todo nosso quarto em nossa casinha na árvore.
Um clarão avermelhado brilhante inunda todo o recinto e espalha-se por toda a nossa casinha. Parece um vulcão em chamas a espalhar luz por toda a nossa casinha.
Construí uma casinha na árvore para o meu amor no fim da floresta! É para lá que vamos todas as noites...
sábado, 19 de setembro de 2015
Elas e a Solidão.
Solidão é o peso invisível que acabrunha muitas mulheres, mesmo aquelas casadas e com filhos.
Este é o preço que a mulher paga por ter avançado uns passos a mais na senda da evolução humana. O homem ficou para trás. Ele ainda se debate preso ao demônio e sofrerá muito ainda, pressionado pela justiça poderosa de Deus, até que o tempo e a dor concluam sua obra.
Certamente as mulheres também sentem o peso do demônio, mas o amor, a humildade, a ternura, - qualidades divinas – já estão enraizados em sua alma, graças à ação invisível, mas poderosa, de Deus em sua história neste infernal mundo.
Muitas mulheres tentam encobrir esta solidão procurando um substituto com companhias, casos amorosos, tagarelices e um mundo de futilidades alienantes, fartamente oferecidas por nossa banal, fria e alienada civilização.
É de lamentar este passo infeliz. Elas não imaginam o quanto é precioso o tesouro que carregam dentro de si e as conectam à luz eterna que provém de Deus.
A mulher não deve maldizer a dor, sua eterna companheira neste mundo. É a dor que abriu sua alma ao convite de Deus na estrada do tempo.
Que o homem afogue no mar de sua ilusão perversa, Deus continuará sua obra pelos milênios afora. A mulher e seu facho de luz interior haverá de brilhar.
Se elas soubessem o quanto é preciosa sua solidão! Se elas soubessem para aonde as conduz sua solidão! Elas não fugiriam desta fonte de paz, harmonia e serenidade.
É pena que o mundo alienado e fútil em que vivemos não valoriza o tesouro da solidão, seduzido por sua tola ilusão.
A solidão é o preço que se paga por sair da craveira comum, abandonar as velhas estradas batidas da mediocridade, da ignorância, da estupidez cotidiana para se lançar aos rastros de luz para as estrelas, deixados pelos santos, os quais conduzirão ao amor inesgotável de Deus.
Este é o preço que a mulher paga por ter avançado uns passos a mais na senda da evolução humana. O homem ficou para trás. Ele ainda se debate preso ao demônio e sofrerá muito ainda, pressionado pela justiça poderosa de Deus, até que o tempo e a dor concluam sua obra.
Certamente as mulheres também sentem o peso do demônio, mas o amor, a humildade, a ternura, - qualidades divinas – já estão enraizados em sua alma, graças à ação invisível, mas poderosa, de Deus em sua história neste infernal mundo.
Muitas mulheres tentam encobrir esta solidão procurando um substituto com companhias, casos amorosos, tagarelices e um mundo de futilidades alienantes, fartamente oferecidas por nossa banal, fria e alienada civilização.
É de lamentar este passo infeliz. Elas não imaginam o quanto é precioso o tesouro que carregam dentro de si e as conectam à luz eterna que provém de Deus.
A mulher não deve maldizer a dor, sua eterna companheira neste mundo. É a dor que abriu sua alma ao convite de Deus na estrada do tempo.
Que o homem afogue no mar de sua ilusão perversa, Deus continuará sua obra pelos milênios afora. A mulher e seu facho de luz interior haverá de brilhar.
Se elas soubessem o quanto é preciosa sua solidão! Se elas soubessem para aonde as conduz sua solidão! Elas não fugiriam desta fonte de paz, harmonia e serenidade.
É pena que o mundo alienado e fútil em que vivemos não valoriza o tesouro da solidão, seduzido por sua tola ilusão.
A solidão é o preço que se paga por sair da craveira comum, abandonar as velhas estradas batidas da mediocridade, da ignorância, da estupidez cotidiana para se lançar aos rastros de luz para as estrelas, deixados pelos santos, os quais conduzirão ao amor inesgotável de Deus.
quinta-feira, 13 de agosto de 2015
Minha amiga.
Eu a conheci desde menina. Ela sempre foi bonita.
Sua beleza despontou desde menina e continuou a florescer depois de adulta.
Ela era muito afável, tinha uma simpatia deliciosa que atraía todos para si.
Nós estávamos ligados pelos laços da amizade há muitos anos.
Eu frequentei a casa dela e acompanhei seu destino durante anos. Meus olhos viram ela crescer, tornar-se adolescente e depois mulher.
Perdi o contato com ela durante alguns anos, mas o destino nos aproximou novamente.
Mudamos de cidade, tanto eu como ela, mas a força poderosa do destino nos fez aportar à mesma cidade e continuamos próximos.
Antes de eu mudar para a pequena cidade onde moro atualmente ela continuou a morar na grande São Paulo, mas vinha muitas vezes à minha cidade visitar seus pais, os quais moravam na mesma rua que eu e me conhecem desde a infância.
Ela sempre me encantou. Sua beleza, seu sorriso lindo, sua simpatia deliciosa me fascinavam. Eu adorava visitá-la.
Ela casou jovem, teve filhos. O marido é tão simpático quanto ela. Tornamos amigos, eu, ela e seu marido e mantivemos contato por anos, seja por visitas, seja por meio da internet.
Eu já havia reparado nela, desde menina, uma tendência à irritação, um forte espírito de furor. Também notei uma forte tendência à leviandade e infidelidade. Ela traiu seu marido várias vezes. Ele sabia disto e a perdoava devido a que ele estava apaixonado por ela.
Ela lançava olhares furtivos para mim. Logo percebi que ela pensava que minhas visitas tinham a finalidade de cortejá-la.
O marido se queixava frequentemente por sua leviandade e por seu caráter. Ele a suportou durante mais de doze anos, até que eles se separaram.
Eu gostaria de saber por qual motivo eu senti tanto a separação deles. Acho que os filhos não sentiram tanto quanto eu. Parecia-me que um laço sagrado havia-se rompido. Meu coração chorou e sangrou.
Ela cedia ao seu demônio muitas vezes. Ela agredia e tiranizava seus filhos, embora fosse carinhosa.
Eu observava calado seu comportamento infeliz, ciente de que ela estava se endividando com a justiça de Deus e sofreria inexoravelmente as consequências disto. Ninguém serve ao mal impunemente. Todos colhem o que plantam…
Por isto, eu tentei iluminar sua alma com a luz do conhecimento. Falei-lhe sobre Deus, sobre o sagrado Evangelho de nosso mestre Jesus. Dei-lhe os luminosos livros da doutrina espírita. Ela leu os livros de Allan Kardec, Emmanuel, André Luís e outros livros psicografados por Chico Xavier.
Ela até que deu os primeiros passos em direção à luz, mas o demônio não dorme… Ela cedeu às sugestões tortas e perversas das trevas. Seu coração preferiu o caminho do mal.
Eu bem sabia quais seriam as consequências de sua decisão voluntária. Ela afundaria no lago da dor, humilhação e angústias até quando a misericórdia de Deus a libertasse. A justiça de Deus é inexorável: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
O tempo passou…
Quando ela tinha 23 anos começou a queixar-se de fortes dores de cabeça. Ela procurou tratamento, mas não conseguiu a cura. As dores continuaram durante anos.
Ao completar 29 anos, as dores se tornaram insuportáveis. Ela procurou tratamento novamente e descobriu estar com leucemia.
A doença agravou-se rápido. Ela sofria terrivelmente. Ela chorava e gritava de dor. Muitas vezes rolava na cama gritando e chorando. Ela foi submetida a uma cirurgia na qual ficou-lhe uma cicatriz de alto a baixo, do pescoço até abaixo do umbigo.
Ela emagreceu muito. Teve que suportar o martírio dos condenados: ia e vinha várias vezes do pronto socorro e do hospital para casa, até que os médicos, cientes da inutilidade de seus esforços recomendaram que ela ficasse em casa. Foi-lhe previsto 3 meses de vida no máximo.
Parentes e amigos foram informados. Ela recebeu a visita do ex-marido e filhos, amigos e outros parentes.
Ela já não podia caminhar. Seu estado de fraqueza e emagrecimento agravaram-se. Estava magríssima. Mas, algo muito pior aconteceu…
A sombra da morte a aterrorizava. Ela passou a ter pesadelos macabros. De alegre e sempre sorridente, seu rosto assumiu um aspecto lúgubre e triste. Ela passava dias e dias calada e muito triste na cama.
Ela iria morrer aos 31 anos! Sozinha em seu quarto ela olhava a janela aberta e via os raios de sol penetrando no quarto. Os raios de nosso astro rei espalhavam-se por todo o quarto irradiando sua luz amarela por tudo. Inopinadamente ela lembrou de seus filhos, os quais sofreram com sua dureza e displicência; lembrou de seu ex-marido e o quanto o magoara. Lágrimas abundantes desciam de seus olhos cansados e tristes. Ah! Por que ela fez isto? As farpas agudas do arrependimento, sob a pressão da dor e da morte, penetraram a fundo em seu coração. Ela chorou, chorou e chorou…
Alguns dias depois, amigos e parentes assistiam seu funeral em um belo dia ensolarado.
Lá ficou seu corpo, mas sua alma, seu verdadeiro eu, estava a alguns passos dali. Próximo a ela estavam várias entidades perversas com aspectos ferozes. Essas almas aguardavam o desprendimento total dos liames que a prendiam ao corpo. Ela ficou apavorada. Lembrou dos livros espíritas que leu. Recordou as descrições aterrorizantes que leu sobre o que faziam os espíritos das trevas com pessoas amigas do mal. Seu coração agonizou com as cenas horrorosas que leu. Aterrorizada, ela via os liames se desprenderem de seu corpo lentamente. Foi aí que ela recordou de nossas conversas. Ela lembrou que existia um Deus Misericordioso. E se ela fizesse uma prece? Deus atenderia uma pessoa como ela? Os liames se soltavam… As entidades sorriam perversamente… “Meu Deus tem pena de mim,” pronunciaram seus lábios. Imediatamente desceu do alto uma luz brilhante diáfana, a qual jorrou por volta de si, fazendo uma barreira entre ela e os verdugos que a cercavam. Ela sentiu-se livre e sua alma subia, subia,subia...
Sua beleza despontou desde menina e continuou a florescer depois de adulta.
Ela era muito afável, tinha uma simpatia deliciosa que atraía todos para si.
Nós estávamos ligados pelos laços da amizade há muitos anos.
Eu frequentei a casa dela e acompanhei seu destino durante anos. Meus olhos viram ela crescer, tornar-se adolescente e depois mulher.
Perdi o contato com ela durante alguns anos, mas o destino nos aproximou novamente.
Mudamos de cidade, tanto eu como ela, mas a força poderosa do destino nos fez aportar à mesma cidade e continuamos próximos.
Antes de eu mudar para a pequena cidade onde moro atualmente ela continuou a morar na grande São Paulo, mas vinha muitas vezes à minha cidade visitar seus pais, os quais moravam na mesma rua que eu e me conhecem desde a infância.
Ela sempre me encantou. Sua beleza, seu sorriso lindo, sua simpatia deliciosa me fascinavam. Eu adorava visitá-la.
Ela casou jovem, teve filhos. O marido é tão simpático quanto ela. Tornamos amigos, eu, ela e seu marido e mantivemos contato por anos, seja por visitas, seja por meio da internet.
Eu já havia reparado nela, desde menina, uma tendência à irritação, um forte espírito de furor. Também notei uma forte tendência à leviandade e infidelidade. Ela traiu seu marido várias vezes. Ele sabia disto e a perdoava devido a que ele estava apaixonado por ela.
Ela lançava olhares furtivos para mim. Logo percebi que ela pensava que minhas visitas tinham a finalidade de cortejá-la.
O marido se queixava frequentemente por sua leviandade e por seu caráter. Ele a suportou durante mais de doze anos, até que eles se separaram.
Eu gostaria de saber por qual motivo eu senti tanto a separação deles. Acho que os filhos não sentiram tanto quanto eu. Parecia-me que um laço sagrado havia-se rompido. Meu coração chorou e sangrou.
Ela cedia ao seu demônio muitas vezes. Ela agredia e tiranizava seus filhos, embora fosse carinhosa.
Eu observava calado seu comportamento infeliz, ciente de que ela estava se endividando com a justiça de Deus e sofreria inexoravelmente as consequências disto. Ninguém serve ao mal impunemente. Todos colhem o que plantam…
Por isto, eu tentei iluminar sua alma com a luz do conhecimento. Falei-lhe sobre Deus, sobre o sagrado Evangelho de nosso mestre Jesus. Dei-lhe os luminosos livros da doutrina espírita. Ela leu os livros de Allan Kardec, Emmanuel, André Luís e outros livros psicografados por Chico Xavier.
Ela até que deu os primeiros passos em direção à luz, mas o demônio não dorme… Ela cedeu às sugestões tortas e perversas das trevas. Seu coração preferiu o caminho do mal.
Eu bem sabia quais seriam as consequências de sua decisão voluntária. Ela afundaria no lago da dor, humilhação e angústias até quando a misericórdia de Deus a libertasse. A justiça de Deus é inexorável: a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória.
O tempo passou…
Quando ela tinha 23 anos começou a queixar-se de fortes dores de cabeça. Ela procurou tratamento, mas não conseguiu a cura. As dores continuaram durante anos.
Ao completar 29 anos, as dores se tornaram insuportáveis. Ela procurou tratamento novamente e descobriu estar com leucemia.
A doença agravou-se rápido. Ela sofria terrivelmente. Ela chorava e gritava de dor. Muitas vezes rolava na cama gritando e chorando. Ela foi submetida a uma cirurgia na qual ficou-lhe uma cicatriz de alto a baixo, do pescoço até abaixo do umbigo.
Ela emagreceu muito. Teve que suportar o martírio dos condenados: ia e vinha várias vezes do pronto socorro e do hospital para casa, até que os médicos, cientes da inutilidade de seus esforços recomendaram que ela ficasse em casa. Foi-lhe previsto 3 meses de vida no máximo.
Parentes e amigos foram informados. Ela recebeu a visita do ex-marido e filhos, amigos e outros parentes.
Ela já não podia caminhar. Seu estado de fraqueza e emagrecimento agravaram-se. Estava magríssima. Mas, algo muito pior aconteceu…
A sombra da morte a aterrorizava. Ela passou a ter pesadelos macabros. De alegre e sempre sorridente, seu rosto assumiu um aspecto lúgubre e triste. Ela passava dias e dias calada e muito triste na cama.
Ela iria morrer aos 31 anos! Sozinha em seu quarto ela olhava a janela aberta e via os raios de sol penetrando no quarto. Os raios de nosso astro rei espalhavam-se por todo o quarto irradiando sua luz amarela por tudo. Inopinadamente ela lembrou de seus filhos, os quais sofreram com sua dureza e displicência; lembrou de seu ex-marido e o quanto o magoara. Lágrimas abundantes desciam de seus olhos cansados e tristes. Ah! Por que ela fez isto? As farpas agudas do arrependimento, sob a pressão da dor e da morte, penetraram a fundo em seu coração. Ela chorou, chorou e chorou…
Alguns dias depois, amigos e parentes assistiam seu funeral em um belo dia ensolarado.
Lá ficou seu corpo, mas sua alma, seu verdadeiro eu, estava a alguns passos dali. Próximo a ela estavam várias entidades perversas com aspectos ferozes. Essas almas aguardavam o desprendimento total dos liames que a prendiam ao corpo. Ela ficou apavorada. Lembrou dos livros espíritas que leu. Recordou as descrições aterrorizantes que leu sobre o que faziam os espíritos das trevas com pessoas amigas do mal. Seu coração agonizou com as cenas horrorosas que leu. Aterrorizada, ela via os liames se desprenderem de seu corpo lentamente. Foi aí que ela recordou de nossas conversas. Ela lembrou que existia um Deus Misericordioso. E se ela fizesse uma prece? Deus atenderia uma pessoa como ela? Os liames se soltavam… As entidades sorriam perversamente… “Meu Deus tem pena de mim,” pronunciaram seus lábios. Imediatamente desceu do alto uma luz brilhante diáfana, a qual jorrou por volta de si, fazendo uma barreira entre ela e os verdugos que a cercavam. Ela sentiu-se livre e sua alma subia, subia,subia...
domingo, 21 de junho de 2015
Ela e eu.
Em uma noite de domingo estava eu aconchegado aos braços de minha namorada em um quarto de motel.
Era uma mulher muito bonita, ela tinha um lindo sorriso que até hoje me encanta quando eu relembro. Era culta, elegante e inteligente.
Tantos atributos me cativaram. Eu a conheci em uma de minhas muitas viagens ao interior do estado de São Paulo a trabalho.
Até hoje, muitos anos depois, lembro com saudade os momentos que desfrutei naquela época. Eu adorava “pegar” a estrada com o carro repleto de mercadorias: lingeries e cuecas fabricadas em uma micro empresa que eu tinha.
Ela era amiga de um cliente meu, também tinha um negócio de roupas vizinho ao de meu cliente. Assim começou nossa amizade.
Logo me encantei com sua cultura, coisa rara em uma pessoa do interior, principalmente em uma cidade pequena.
Nós conversávamos sobre filosofia, arte, literatura e tantos outros assuntos de ordem elevada. Mais encantado fiquei ao descobrir que ela era espírita, havia lido os livros de Allan Kardec e conhecia a luminosa literatura espírita. Ela tinha um centro espírita.
Da amizade à paquera. Da paquera ao namoro não demorou muito.
Assim, voltando ao início desta história, estávamos abraçados deliciosamente em um quarto de motel.
Em certo momento vi ela olhar meu órgão genital, baixar a cabeça e dirigir a cabeça em direção ao meu órgão genital em uma atitude clara, a qual percebi a intenção imediatamente. Segurei sua cabeça antes dela se aproximar para consumar o ato que pretendia.
Nunca me esquecerei do olhar de espanto que estava estampado em seu rosto. Ela parecia profundamente espantada. Um homem que não aceita este tipo de carícia! Parecia um absurdo!
Ela afastou-se ligeiramente de meu corpo. Observei suas feições. Parecia mais surpresa de que envergonhada. Ficou um tanto confusa e algo contrariada.
Eu, de minha parte fiquei mais espantado de que ela. Não por que ela tinha tendência à depravação, coisa compreensível no mar de imundície e imoralidade que desabou sobre o mundo atual, mas fiquei espantado como uma pessoa tão culta e inteligente, a qual conhecia a verdade luminosa que a luz espírita dissemina desandasse tanto.
Como pode alguém que leu as obras de Kardec, Emmanuel, André Luís e tantas outras leituras luminosas, as quais são um repositório de luz e uma alta moralidade, não absorver esta luz moral?
A resposta está em uma observação de Kant, um dos maiores pensadores de todos os tempos: o perverso coração humano.
É a perversidade demoníaca que impede a aceitação da luz moral e ama a imundície.
Mas quem ouve suas matreiras e astutas sugestões cai em um abismo de loucuras o qual o fim é a miséria, a dor e a degradação. A justiça infalível de Deus não tolera imundícies. Quem ousar insistir, quebrará sua cabeça diante da férrea justiça de Deus. Se persistir ainda, sangrará até a morte por doenças e misérias angustiantes, pois a lei de Deus não mudará um til sequer, mesmo que toda a humanidade chafurde gritando angustiada até o pescoço no sangue e no lodaçal de suas loucuras, cujo fim é a dor e a morte.
Eu já previa seu destino. Como ocorre em casos assim ela degradou-se cada vez mais. Dia a dia, o diabo ocupava um pouco mais no terreno de sua alma até a degradação total.
Cheguei a vê-la nesse estado. Ela estava moralmente irreconhecível. Continuava bonita, ainda tinha seu lindo sorriso, mas sua alma estava totalmente transformada. O diabo tomou conta de seu coração.
Tentei influenciá-la para sua volta à luz, mas ela insistiu na estrada do mal. Afastei me dela.
Ela era viúva. Em diálogo com ela descobri que ela -como ocorre tantas vezes- perdeu-se por insistência do marido.
Eu já antevia seu futuro, o qual ela não podia enxergar, desvairada que estava pelo véu astuto e perverso do demônio que a cegava.
Mas a justiça de Deus vela atenta e severa a todos nós. Uma doença venérea extremamente dolorosa, foi o primeiro sinal de que havia chegado o fatal momento de acerto de contas à justiça infalível de Deus. Sua vida desandou, seus negócios fracassaram e ela teve que amargar agruras infindáveis sob o peso da pobreza, da dor e da solidão.
Era uma mulher muito bonita, ela tinha um lindo sorriso que até hoje me encanta quando eu relembro. Era culta, elegante e inteligente.
Tantos atributos me cativaram. Eu a conheci em uma de minhas muitas viagens ao interior do estado de São Paulo a trabalho.
Até hoje, muitos anos depois, lembro com saudade os momentos que desfrutei naquela época. Eu adorava “pegar” a estrada com o carro repleto de mercadorias: lingeries e cuecas fabricadas em uma micro empresa que eu tinha.
Ela era amiga de um cliente meu, também tinha um negócio de roupas vizinho ao de meu cliente. Assim começou nossa amizade.
Logo me encantei com sua cultura, coisa rara em uma pessoa do interior, principalmente em uma cidade pequena.
Nós conversávamos sobre filosofia, arte, literatura e tantos outros assuntos de ordem elevada. Mais encantado fiquei ao descobrir que ela era espírita, havia lido os livros de Allan Kardec e conhecia a luminosa literatura espírita. Ela tinha um centro espírita.
Da amizade à paquera. Da paquera ao namoro não demorou muito.
Assim, voltando ao início desta história, estávamos abraçados deliciosamente em um quarto de motel.
Em certo momento vi ela olhar meu órgão genital, baixar a cabeça e dirigir a cabeça em direção ao meu órgão genital em uma atitude clara, a qual percebi a intenção imediatamente. Segurei sua cabeça antes dela se aproximar para consumar o ato que pretendia.
Nunca me esquecerei do olhar de espanto que estava estampado em seu rosto. Ela parecia profundamente espantada. Um homem que não aceita este tipo de carícia! Parecia um absurdo!
Ela afastou-se ligeiramente de meu corpo. Observei suas feições. Parecia mais surpresa de que envergonhada. Ficou um tanto confusa e algo contrariada.
Eu, de minha parte fiquei mais espantado de que ela. Não por que ela tinha tendência à depravação, coisa compreensível no mar de imundície e imoralidade que desabou sobre o mundo atual, mas fiquei espantado como uma pessoa tão culta e inteligente, a qual conhecia a verdade luminosa que a luz espírita dissemina desandasse tanto.
Como pode alguém que leu as obras de Kardec, Emmanuel, André Luís e tantas outras leituras luminosas, as quais são um repositório de luz e uma alta moralidade, não absorver esta luz moral?
A resposta está em uma observação de Kant, um dos maiores pensadores de todos os tempos: o perverso coração humano.
É a perversidade demoníaca que impede a aceitação da luz moral e ama a imundície.
Mas quem ouve suas matreiras e astutas sugestões cai em um abismo de loucuras o qual o fim é a miséria, a dor e a degradação. A justiça infalível de Deus não tolera imundícies. Quem ousar insistir, quebrará sua cabeça diante da férrea justiça de Deus. Se persistir ainda, sangrará até a morte por doenças e misérias angustiantes, pois a lei de Deus não mudará um til sequer, mesmo que toda a humanidade chafurde gritando angustiada até o pescoço no sangue e no lodaçal de suas loucuras, cujo fim é a dor e a morte.
Eu já previa seu destino. Como ocorre em casos assim ela degradou-se cada vez mais. Dia a dia, o diabo ocupava um pouco mais no terreno de sua alma até a degradação total.
Cheguei a vê-la nesse estado. Ela estava moralmente irreconhecível. Continuava bonita, ainda tinha seu lindo sorriso, mas sua alma estava totalmente transformada. O diabo tomou conta de seu coração.
Tentei influenciá-la para sua volta à luz, mas ela insistiu na estrada do mal. Afastei me dela.
Ela era viúva. Em diálogo com ela descobri que ela -como ocorre tantas vezes- perdeu-se por insistência do marido.
Eu já antevia seu futuro, o qual ela não podia enxergar, desvairada que estava pelo véu astuto e perverso do demônio que a cegava.
Mas a justiça de Deus vela atenta e severa a todos nós. Uma doença venérea extremamente dolorosa, foi o primeiro sinal de que havia chegado o fatal momento de acerto de contas à justiça infalível de Deus. Sua vida desandou, seus negócios fracassaram e ela teve que amargar agruras infindáveis sob o peso da pobreza, da dor e da solidão.
sexta-feira, 5 de junho de 2015
Elas: sensibilidade.
“Os homens corrompem os sentimentos femininos, e depois pensam que somos malditas. Na verdade no fundo do sentimento feminino existe apenas o desejo que é o de amar. Por exemplo: Nos vestimos para sermos amadas, choramos para sermos amadas. E quando somos malditas é culpa da falta de amor. Se eles prestarem atenção somos culpadas por o mundo se movimentar. E sendo assim a boa ou ruinzinha é cheia de desejo e nosso sentimento de busca desse carinho faz o mundo se desenvolver, e o homem que não entende acha que somos umas pestes. Homem que não entende desse carinho vive nas profundezas do vazio. Você não precisa nos entender pois somos confusas mesmo, e se podemos aliviar seu estresse apenas nos diga palavras de carinho e amor como seu texto.”
“Amei o que você escreveu mestre."
Este foi o comentário de uma sensível e extremamente perspicaz leitora à minha postagem "Um mundo sem elas."
Fiquei impressionado com a precisão dela em captar meu pensamento. Como comentei, ela captou maravilhosamente meu pensamento.
Somente uma mulher tem sensibilidade, senso equilibrado, visão precisa de uma determinada situação, para exprimir com tanta fluência e beleza em poucas palavras toda a rica gama de emoções e sentimentos que todas as mulheres carregam dentro de si.
Ela expressou com muita sensibilidade e beleza poética aquilo que permeia silencioso e pertinaz no fundo da alma feminina e que tanto amedronta os homens e os aborrece, sem perceberem em sua insensibilidade inata que eles próprios são os culpados.
É a voz da alma feminina abrindo-se à realidade humana e lançando ao mundo seu desafio para que os homens colham a rosa da compreensão e saibam que o carinho e o amor é a linguagem universal que fica escrita para toda a vida no coração de uma mulher.
Lembrei a feliz observação de Victor Hugo quando disse que Deus é o primeiro autor de tudo o que se escreve no mundo.
Palavras como estas escritas por ela fazem remeter às sutis relações entre escritor e leitor já abordadas por mim anteriormente.
A arte de expressar o pensamento por meio da palavra escrita, como todas as artes, está vinculada à magia sublime que permeia por todas as coisas do Universo e satura todas as coisas com sua magnífica luz inebriante.
Um mistério magnífico captado apenas por anjos, crianças ainda pequenas ou o coração de uma mulher, tal qual a feliz autora do comentário acima.
“Amei o que você escreveu mestre."
Este foi o comentário de uma sensível e extremamente perspicaz leitora à minha postagem "Um mundo sem elas."
Fiquei impressionado com a precisão dela em captar meu pensamento. Como comentei, ela captou maravilhosamente meu pensamento.
Somente uma mulher tem sensibilidade, senso equilibrado, visão precisa de uma determinada situação, para exprimir com tanta fluência e beleza em poucas palavras toda a rica gama de emoções e sentimentos que todas as mulheres carregam dentro de si.
Ela expressou com muita sensibilidade e beleza poética aquilo que permeia silencioso e pertinaz no fundo da alma feminina e que tanto amedronta os homens e os aborrece, sem perceberem em sua insensibilidade inata que eles próprios são os culpados.
É a voz da alma feminina abrindo-se à realidade humana e lançando ao mundo seu desafio para que os homens colham a rosa da compreensão e saibam que o carinho e o amor é a linguagem universal que fica escrita para toda a vida no coração de uma mulher.
Lembrei a feliz observação de Victor Hugo quando disse que Deus é o primeiro autor de tudo o que se escreve no mundo.
Palavras como estas escritas por ela fazem remeter às sutis relações entre escritor e leitor já abordadas por mim anteriormente.
A arte de expressar o pensamento por meio da palavra escrita, como todas as artes, está vinculada à magia sublime que permeia por todas as coisas do Universo e satura todas as coisas com sua magnífica luz inebriante.
Um mistério magnífico captado apenas por anjos, crianças ainda pequenas ou o coração de uma mulher, tal qual a feliz autora do comentário acima.
segunda-feira, 1 de junho de 2015
Um mundo sem elas...
O que seria do mundo sem a mulher?
Louca, maldosa ou falsa, ainda assim ela é a criatura mais adorável da natureza.
É pena que os homens só reconheçam isto tardiamente, quando estão encanecidos e com a face repleta de rugas.
Só diante da velhice e às portas da morte é que muitos homens reconhecem sua perversidade e sentem as pontadas agudas do arrependimento.
Já assisti isto. O destino deu-me a oportunidade de apreciar esta experiência. Vi a dureza, a frieza, a perversidade, a insensibilidade ir por terra diante da velhice e da morte e serem substituídas por abundantes lágrimas.
Os homens não entendem a sutileza da alma feminina e seu rico conteúdo sentimental. É uma linguagem que lhes é desconhecida.
Amor, emoções, carinho e sentimentos fazem parte essencial da alma feminina. É um raro presente de Deus para a mulher um homem aquinhoado com estes dons.
Todos desejam, de uma forma ou outra, ser felizes. Mas tudo está submetido às imponderáveis e poderosas leis do destino. Pessoa alguma recebe algo gratuito da Vida. Tudo tem que ser conquistado.
Para se receber é imprescindível doar. Para colher é necessário plantar.
Estamos enredados à malha poderosa do destino, queiramos ou não, quer nos agrade ou não. A Vida não dá a mínima para nossa ignorância e estupidez ou mesmo nossa teimosia.
Os homens na maioria das vezes são escravos de seus demônios e sofrem duramente por sua cegueira egoísta e perversa.
É estupendo o quinhão de egoísmo e perversidade que transborda do coração da maioria dos homens.
A mulher pode ser maldosa, cometer loucuras, mas ela tem seu coração aberto a Deus. É mais acessível à luz divina que envolve todo o universo.
O que seria do mundo sem a mulher?
Não é difícil imaginar o quadro. Um mundo frio, duro, egoísta e perverso. Sem luz, sensibilidade, bondade ou beleza. Há muito que os homens teriam se devorados uns aos outros.
É à mulher, sua ternura, sensibilidade e seu amor, que a par de suas fraquezas foi possível a Deus plantar a semente do bem e do amor divino no mundo.
Elas foram escolhidas por Deus e coisa alguma no universo pode mudar isto.
Uma chuva de bençãos cairá abundante sobre a existência do homem que souber cativar o coração de uma mulher com a magia do carinho e do amor.
É um prêmio doado pela Vida ao homem que deixar seu egoísmo de lado e abrir seu coração à luz divina que paira sobranceira acima de tudo.
Ele desfrutará da alegria legítima se souber lidar com a alma feminina e sua riqueza sentimental, pois elas são a delícia de nosso coração.
Não esperemos a pressão da dor, da velhice e da morte para valorizá-la. O tempo passa muito rápido. Não esperemos as tardias lágrimas do arrependimento para dar o passo exultante em direção ao jardim do amor e do carinho. Vamos florir o dia a dia com as rosas deste jardim antes que seja tarde demais e também tenhamos que amargar abundantes lágrimas...
Louca, maldosa ou falsa, ainda assim ela é a criatura mais adorável da natureza.
É pena que os homens só reconheçam isto tardiamente, quando estão encanecidos e com a face repleta de rugas.
Só diante da velhice e às portas da morte é que muitos homens reconhecem sua perversidade e sentem as pontadas agudas do arrependimento.
Já assisti isto. O destino deu-me a oportunidade de apreciar esta experiência. Vi a dureza, a frieza, a perversidade, a insensibilidade ir por terra diante da velhice e da morte e serem substituídas por abundantes lágrimas.
Os homens não entendem a sutileza da alma feminina e seu rico conteúdo sentimental. É uma linguagem que lhes é desconhecida.
Amor, emoções, carinho e sentimentos fazem parte essencial da alma feminina. É um raro presente de Deus para a mulher um homem aquinhoado com estes dons.
Todos desejam, de uma forma ou outra, ser felizes. Mas tudo está submetido às imponderáveis e poderosas leis do destino. Pessoa alguma recebe algo gratuito da Vida. Tudo tem que ser conquistado.
Para se receber é imprescindível doar. Para colher é necessário plantar.
Estamos enredados à malha poderosa do destino, queiramos ou não, quer nos agrade ou não. A Vida não dá a mínima para nossa ignorância e estupidez ou mesmo nossa teimosia.
Os homens na maioria das vezes são escravos de seus demônios e sofrem duramente por sua cegueira egoísta e perversa.
É estupendo o quinhão de egoísmo e perversidade que transborda do coração da maioria dos homens.
A mulher pode ser maldosa, cometer loucuras, mas ela tem seu coração aberto a Deus. É mais acessível à luz divina que envolve todo o universo.
O que seria do mundo sem a mulher?
Não é difícil imaginar o quadro. Um mundo frio, duro, egoísta e perverso. Sem luz, sensibilidade, bondade ou beleza. Há muito que os homens teriam se devorados uns aos outros.
É à mulher, sua ternura, sensibilidade e seu amor, que a par de suas fraquezas foi possível a Deus plantar a semente do bem e do amor divino no mundo.
Elas foram escolhidas por Deus e coisa alguma no universo pode mudar isto.
Uma chuva de bençãos cairá abundante sobre a existência do homem que souber cativar o coração de uma mulher com a magia do carinho e do amor.
É um prêmio doado pela Vida ao homem que deixar seu egoísmo de lado e abrir seu coração à luz divina que paira sobranceira acima de tudo.
Ele desfrutará da alegria legítima se souber lidar com a alma feminina e sua riqueza sentimental, pois elas são a delícia de nosso coração.
Não esperemos a pressão da dor, da velhice e da morte para valorizá-la. O tempo passa muito rápido. Não esperemos as tardias lágrimas do arrependimento para dar o passo exultante em direção ao jardim do amor e do carinho. Vamos florir o dia a dia com as rosas deste jardim antes que seja tarde demais e também tenhamos que amargar abundantes lágrimas...
quinta-feira, 14 de maio de 2015
A semente oculta.
“Toda época tem seu demônio.” Disse Jung, um dos maiores gênios da humanidade.
Nos dias atuais apesar da presença marcante de tantos demônios, um se destaca: a depravação.
A onda gigantesca da depravação invadiu o mundo inteiro, arrastando multidões de pessoas de todas as idades, afogando homens, mulheres, jovens e crianças no mar imundo da perversão e imoralidade e deixando por onde passa seu rastro de doenças, misérias e dor.
O homem -com raras exceções- desde tempos imemoriais sempre foi um fiel servidor do diabo. Ele sofre terrivelmente por isto. Este sofrimento é imposto pela inexorável justiça de Deus, a qual vigia atenta e rigorosa a todos nós, punindo nossos menores erros.
O que ilude o homem é sua cegueira perversa, filha de seu próprio demônio. Este infeliz estado distorce a verdade a favor de seus matreiros e astutos desejos perversos.
Já a mulher é um caso diferente. Ela tem as mesmas tendências perversas, mas sua consciência não está totalmente obnubilada como o perverso homem. Deus trabalhou a alma feminina em sua história humana, abrindo a alma feminina para Si e plantou a semente da virtude no coração da mulher.
Esta semente pode ficar camuflada por uma aluvião de imundície, imoralidade e depravação, mas ela está lá e força alguma do universo pode mudar isto.
A semente vai vicejar, assim é a vontade invencível de Deus. Poderosíssimas forças do Universo protegem e cuidam desta semente. Esta semente vai tornar-se amanhã na árvore divina que alimentará as gerações do futuro e mudará para sempre todos os corações.
Ninguém foi feito para a imundície, todos nascemos para a luz divina. O diabo pode iludir e atrair o mundo inteiro para suas trevas perversas, mas não pode apagar a credencial divina que todos tem dentro de si. O que não fará a luz, fará a dor.
Por mais que se perverta, por mais que se enlameie no lodaçal imundo da depravação, a mulher guarda em si o tesouro de luz e amor, o qual Deus cuida com todo carinho.
Este tesouro vai iluminar amanhã toda a humanidade. Será a fonte de luz na qual todos os corações sorverão o cálice da verdade e do amor, libertados do diabo, da dor, da miséria para sempre.
Nos dias atuais apesar da presença marcante de tantos demônios, um se destaca: a depravação.
A onda gigantesca da depravação invadiu o mundo inteiro, arrastando multidões de pessoas de todas as idades, afogando homens, mulheres, jovens e crianças no mar imundo da perversão e imoralidade e deixando por onde passa seu rastro de doenças, misérias e dor.
O homem -com raras exceções- desde tempos imemoriais sempre foi um fiel servidor do diabo. Ele sofre terrivelmente por isto. Este sofrimento é imposto pela inexorável justiça de Deus, a qual vigia atenta e rigorosa a todos nós, punindo nossos menores erros.
O que ilude o homem é sua cegueira perversa, filha de seu próprio demônio. Este infeliz estado distorce a verdade a favor de seus matreiros e astutos desejos perversos.
Já a mulher é um caso diferente. Ela tem as mesmas tendências perversas, mas sua consciência não está totalmente obnubilada como o perverso homem. Deus trabalhou a alma feminina em sua história humana, abrindo a alma feminina para Si e plantou a semente da virtude no coração da mulher.
Esta semente pode ficar camuflada por uma aluvião de imundície, imoralidade e depravação, mas ela está lá e força alguma do universo pode mudar isto.
A semente vai vicejar, assim é a vontade invencível de Deus. Poderosíssimas forças do Universo protegem e cuidam desta semente. Esta semente vai tornar-se amanhã na árvore divina que alimentará as gerações do futuro e mudará para sempre todos os corações.
Ninguém foi feito para a imundície, todos nascemos para a luz divina. O diabo pode iludir e atrair o mundo inteiro para suas trevas perversas, mas não pode apagar a credencial divina que todos tem dentro de si. O que não fará a luz, fará a dor.
Por mais que se perverta, por mais que se enlameie no lodaçal imundo da depravação, a mulher guarda em si o tesouro de luz e amor, o qual Deus cuida com todo carinho.
Este tesouro vai iluminar amanhã toda a humanidade. Será a fonte de luz na qual todos os corações sorverão o cálice da verdade e do amor, libertados do diabo, da dor, da miséria para sempre.
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Elas: missão feminina.
A via do destino das mulheres desemboca sempre na senda da humildade. Seja logo ou após a experiência do tempo elas sempre fazem seu voto a esta magnífica virtude.
É o misterioso desígnio de Deus, o qual conduz todos os destinos para o porto definitivo de Seu amor que marcou o destino da mulher com a chancela da humildade para sempre.
Nosso Pai infinitamente sublime escolheu a mulher como portadora desta luz, a qual é a virtude redentora de muitas que se perdem nos escabrosos e tenebrosos caminhos da loucura e depravação.
A humildade verdadeira atrai a benção de Deus e o sorriso dos anjos.
Um ato de humildade legítima fica guardado para sempre na história eterna no céu para que quem o executou receba sua benção no dia de seu juízo.
Há uma relação oculta entre a humildade e a bondade, percebida apenas por arcanjos no céu, mas ao alcance de todas as crianças pequeninas.
Não existe sentimento mais puro de que uma mãe por seus filhos.
Uma mulher beijando seu bebê é um dos quadros mais lindos que olhos humanos podem enxergar.
Há algo nesta cena capaz de encantar o mais empedernido coração.
Muitos daqueles que se perdem nas estradas trevosas do orgulho e da perversidade guardam em seu coração durante toda a vida o perfume sagrado da humildade, aspirado nos doces momentos embalados no colo de uma mulher. Este perfume nunca se esgota e resgata o mais perverso coração.
Ser mulher é um compromisso sagrado com Deus para toda a vida. Um missão de amor com resultados e consequências muito além do que imagina a mais inteligente e culta das mulheres.
Aquelas que renegam seu compromisso com a luz divina e descambam nas sendas insidiosas da loucura, depravação e da maldade, amargarão dores terríveis sob o tacão da justiça inexorável de Deus. Pobres criaturas!
Ai do homem que despreza e fere uma mulher com as setas do orgulho e da perversidade. Ai daquele infeliz que não sabe cuidar desta flor delicada da criação de Deus. Ainda que pervertida pela ignorância e a maldade, uma mulher é sempre acessível ao bem e ao amor. O homem é que não tem habilidade para lidar com o coração feminino. São por demais insensíveis, orgulhosos e levianos para desfrutar da alegria regozijante ofertada pelo carinho e o amor, duas chaves encantadas que abrem o coração de todas as mulheres.
É o misterioso desígnio de Deus, o qual conduz todos os destinos para o porto definitivo de Seu amor que marcou o destino da mulher com a chancela da humildade para sempre.
Nosso Pai infinitamente sublime escolheu a mulher como portadora desta luz, a qual é a virtude redentora de muitas que se perdem nos escabrosos e tenebrosos caminhos da loucura e depravação.
A humildade verdadeira atrai a benção de Deus e o sorriso dos anjos.
Um ato de humildade legítima fica guardado para sempre na história eterna no céu para que quem o executou receba sua benção no dia de seu juízo.
Há uma relação oculta entre a humildade e a bondade, percebida apenas por arcanjos no céu, mas ao alcance de todas as crianças pequeninas.
Não existe sentimento mais puro de que uma mãe por seus filhos.
Uma mulher beijando seu bebê é um dos quadros mais lindos que olhos humanos podem enxergar.
Há algo nesta cena capaz de encantar o mais empedernido coração.
Muitos daqueles que se perdem nas estradas trevosas do orgulho e da perversidade guardam em seu coração durante toda a vida o perfume sagrado da humildade, aspirado nos doces momentos embalados no colo de uma mulher. Este perfume nunca se esgota e resgata o mais perverso coração.
Ser mulher é um compromisso sagrado com Deus para toda a vida. Um missão de amor com resultados e consequências muito além do que imagina a mais inteligente e culta das mulheres.
Aquelas que renegam seu compromisso com a luz divina e descambam nas sendas insidiosas da loucura, depravação e da maldade, amargarão dores terríveis sob o tacão da justiça inexorável de Deus. Pobres criaturas!
Ai do homem que despreza e fere uma mulher com as setas do orgulho e da perversidade. Ai daquele infeliz que não sabe cuidar desta flor delicada da criação de Deus. Ainda que pervertida pela ignorância e a maldade, uma mulher é sempre acessível ao bem e ao amor. O homem é que não tem habilidade para lidar com o coração feminino. São por demais insensíveis, orgulhosos e levianos para desfrutar da alegria regozijante ofertada pelo carinho e o amor, duas chaves encantadas que abrem o coração de todas as mulheres.
sábado, 7 de março de 2015
E a alma?
Ela trabalhou a vida inteira para comprar a casa de seus sonhos. Desde pequena ela prometeu a si própria dar-se o luxo de uma casa grande e confortável, mesmo que para isto tivesse que esfalfar-se a vida inteira.
De origem humilde, ela sempre se incomodou com a estreiteza de sua modesta residência em casa de seus pais.
Assim passou-se o tempo e sem perceber como, ela viu-se com mais de quarenta anos em uma confortável situação financeira.
Ela já tinha casa própria, mas o demônio da vaidade espicaçou-lhe a alma. Ela decidiu vender sua casa simples, contratar um financiamento junto ao banco para compor o valor total da construção da casa de seus sonhos, pois ela já tinha o terreno.
Ela conseguiu o financiamento, contratou um pedreiro e acompanhou assiduamente a construção.
Os dias iam e viam, semanas chegavam, formavam meses e passavam.
Ela observava um tanto ufana a edificação de seu sonho.
Perto de chegar o prazo contratado para término da obra o pedreiro solicitou mais material. Ela percebeu que seu orçamento estava abaixo da realidade. Conformou-se a isto, economizou tudo o que podia e comprou o restante do material necessário.
O tempo caminhava em seu passo cadenciado. A terra girava em torno do sol, o sol girava em redor do centro da via láctea e tudo seguia seu próprio destino estabelecido pela sapiência de Deus.
Após sete meses ela já estava estabelecida em sua nova casa mobiliada com bom gosto.
Ela era solteira. Desde muito jovem optou por sua independência. Ela teve muitos casos amorosos.
Assim rolaram os anos. Ela vivia solitária em sua casa grande, muito bem mobiliada, mas vazia daquilo que mais
preenchia a alma.
Uma vez ou outra ela recebia a visita de parentes e amigos, os quais chegavam e partiam, seguindo o ritmo de tudo.
Um dia, depois de mais de uma década em sua casa e já aposentada, ela recebeu uma ligação telefônica de uma sobrinha, a qual pediu-lhe para cuidar de seu filho com apenas dois anos de idade por uma semana, pois ela precisava viajar e não tinha mais alguém de confiança para deixar seu filho.
Ela aceitou. Quatro dias depois a sobrinha chegou carregando seu filho no colo.
Uma nova sensação invadiu o coração dela naquela semana em que ela cuidou daquela criatura fofa e delicada. Seu coração regozijou até as mais íntimas fibras. Um sentimento de doçura inolvidável, que mesmo a maior fortuna do mundo não compra, invadiu seu coração.
Naquela semana ela acordava alegre e bem disposta, muito diferente dos tristes e entediados dias passados. A primeira coisa que fazia era entrar no quarto ao lado, beijar e abraçar o garoto, o qual sorria com aquele sorriso puro e luminoso que só as crianças pequenas têm.
Parecia que todo o universo sorria para si. Tudo tornou-se mais belo. As pessoas, as coisas, a cidade, o mundo tornaram-se subitamente luminosos, como se milhões de estrelas gigantes iluminassem repentinamente a escuridão trevosa deste recanto minúsculo perdido no espaço infinito.
Mas chegou o dia combinado para sua sobrinha buscar o garoto. A sobrinha não percebeu o olhar tristonho e amargurado estampado no rosto dela enquanto se despedia.
Na manhã seguinte ela levantou-se e quis instintivamente ir ao quarto ao lado para beijar e abraçar o menino, quando lembrou-se que ele não estaria mais lá.
Só Deus sabe o vazio medonho que tomou conta de si nos próximos dias após a partida do garoto. Ela sentiu-se agoniada até o fundo da alma. Um sentimento de solidão horroroso junto a outro sentimento de inanidade e inutilidade invadiu sua alma e corroeu seu coração como ácido causticante. Ela sentia seu coração minar corroído pela amargura tétrica que assombrava sua alma e a envenenava dia a dia.
Um dia ela acordou na madrugada e depois de dar alguns passos pelo quarto deparou-se com sua imagem refletida no espelho do quarto. Ela não acreditava! Aquela mulher com os cabelos totalmente brancos, a testa enrugada, o rosto pálido e agoniado não poderia se ela, só poderia ser outra pessoa!
Depois deste dia ela mergulhou em uma profunda tristeza que arruinou-lhe a saúde física e mental rapidamente.
Ela parecia um zumbi, sem vida e sem alma, caminhando cabisbaixo e deprimido por toda a casa.
O que mais a torturava era um sentimento cortante de arrependimento por ter secado a fonte da vida sem cumprir o papel sagrado da maternidade, determinado pela sapiência infinita de Deus. Isto a torturava terrivelmente. Não podia fugir a um agonizante sentimento de traição para com Deus. Várias vezes no silêncio pesado e mortificante de sua pavorosa dor repetia: “Senhor, me perdoe.”
Sem muita demora o peso de suas misérias a abateu totalmente e ela morreu solitária, doente, amargurada e pavorosamente triste em sua casa grande e confortável.
A empregada que encontrou seu corpo exangue na cama disse que ainda ouviu sua voz cansada dizer: “Meu Deus, me perdoe.”
Em menos de dois meses sua casa foi vendida por suas sobrinhas a um grupo de empresários que a destruíram para construir uma grande loja.
Abaixo de uma lápide, junto a um canteiro de rosas, seu corpo repousava frio e sem vida. Mas e sua alma, seu verdadeiro ser onde estava?
Quem pudesse enxergar o mundo pulsante e cheio de vida da espiritualidade eterna avistaria um charco feito de substâncias etéreas. Uma nuvem escura asquerosa espalhava-se por todo o local. Milhares de almas gemiam e sufocavam, algumas gritavam, outras lastimavam.
E lá estava ela em meio a este inferno dantesco.Ela gemia.
Ela sentia um ardor terrível e doloroso a queimar-lhe as entranhas íntimas, a fonte sagrada da vida e repetia sem cessar: “Meu Deus, me perdoe.”
De origem humilde, ela sempre se incomodou com a estreiteza de sua modesta residência em casa de seus pais.
Assim passou-se o tempo e sem perceber como, ela viu-se com mais de quarenta anos em uma confortável situação financeira.
Ela já tinha casa própria, mas o demônio da vaidade espicaçou-lhe a alma. Ela decidiu vender sua casa simples, contratar um financiamento junto ao banco para compor o valor total da construção da casa de seus sonhos, pois ela já tinha o terreno.
Ela conseguiu o financiamento, contratou um pedreiro e acompanhou assiduamente a construção.
Os dias iam e viam, semanas chegavam, formavam meses e passavam.
Ela observava um tanto ufana a edificação de seu sonho.
Perto de chegar o prazo contratado para término da obra o pedreiro solicitou mais material. Ela percebeu que seu orçamento estava abaixo da realidade. Conformou-se a isto, economizou tudo o que podia e comprou o restante do material necessário.
O tempo caminhava em seu passo cadenciado. A terra girava em torno do sol, o sol girava em redor do centro da via láctea e tudo seguia seu próprio destino estabelecido pela sapiência de Deus.
Após sete meses ela já estava estabelecida em sua nova casa mobiliada com bom gosto.
Ela era solteira. Desde muito jovem optou por sua independência. Ela teve muitos casos amorosos.
Assim rolaram os anos. Ela vivia solitária em sua casa grande, muito bem mobiliada, mas vazia daquilo que mais
preenchia a alma.
Uma vez ou outra ela recebia a visita de parentes e amigos, os quais chegavam e partiam, seguindo o ritmo de tudo.
Um dia, depois de mais de uma década em sua casa e já aposentada, ela recebeu uma ligação telefônica de uma sobrinha, a qual pediu-lhe para cuidar de seu filho com apenas dois anos de idade por uma semana, pois ela precisava viajar e não tinha mais alguém de confiança para deixar seu filho.
Ela aceitou. Quatro dias depois a sobrinha chegou carregando seu filho no colo.
Uma nova sensação invadiu o coração dela naquela semana em que ela cuidou daquela criatura fofa e delicada. Seu coração regozijou até as mais íntimas fibras. Um sentimento de doçura inolvidável, que mesmo a maior fortuna do mundo não compra, invadiu seu coração.
Naquela semana ela acordava alegre e bem disposta, muito diferente dos tristes e entediados dias passados. A primeira coisa que fazia era entrar no quarto ao lado, beijar e abraçar o garoto, o qual sorria com aquele sorriso puro e luminoso que só as crianças pequenas têm.
Parecia que todo o universo sorria para si. Tudo tornou-se mais belo. As pessoas, as coisas, a cidade, o mundo tornaram-se subitamente luminosos, como se milhões de estrelas gigantes iluminassem repentinamente a escuridão trevosa deste recanto minúsculo perdido no espaço infinito.
Mas chegou o dia combinado para sua sobrinha buscar o garoto. A sobrinha não percebeu o olhar tristonho e amargurado estampado no rosto dela enquanto se despedia.
Na manhã seguinte ela levantou-se e quis instintivamente ir ao quarto ao lado para beijar e abraçar o menino, quando lembrou-se que ele não estaria mais lá.
Só Deus sabe o vazio medonho que tomou conta de si nos próximos dias após a partida do garoto. Ela sentiu-se agoniada até o fundo da alma. Um sentimento de solidão horroroso junto a outro sentimento de inanidade e inutilidade invadiu sua alma e corroeu seu coração como ácido causticante. Ela sentia seu coração minar corroído pela amargura tétrica que assombrava sua alma e a envenenava dia a dia.
Um dia ela acordou na madrugada e depois de dar alguns passos pelo quarto deparou-se com sua imagem refletida no espelho do quarto. Ela não acreditava! Aquela mulher com os cabelos totalmente brancos, a testa enrugada, o rosto pálido e agoniado não poderia se ela, só poderia ser outra pessoa!
Depois deste dia ela mergulhou em uma profunda tristeza que arruinou-lhe a saúde física e mental rapidamente.
Ela parecia um zumbi, sem vida e sem alma, caminhando cabisbaixo e deprimido por toda a casa.
O que mais a torturava era um sentimento cortante de arrependimento por ter secado a fonte da vida sem cumprir o papel sagrado da maternidade, determinado pela sapiência infinita de Deus. Isto a torturava terrivelmente. Não podia fugir a um agonizante sentimento de traição para com Deus. Várias vezes no silêncio pesado e mortificante de sua pavorosa dor repetia: “Senhor, me perdoe.”
Sem muita demora o peso de suas misérias a abateu totalmente e ela morreu solitária, doente, amargurada e pavorosamente triste em sua casa grande e confortável.
A empregada que encontrou seu corpo exangue na cama disse que ainda ouviu sua voz cansada dizer: “Meu Deus, me perdoe.”
Em menos de dois meses sua casa foi vendida por suas sobrinhas a um grupo de empresários que a destruíram para construir uma grande loja.
Abaixo de uma lápide, junto a um canteiro de rosas, seu corpo repousava frio e sem vida. Mas e sua alma, seu verdadeiro ser onde estava?
Quem pudesse enxergar o mundo pulsante e cheio de vida da espiritualidade eterna avistaria um charco feito de substâncias etéreas. Uma nuvem escura asquerosa espalhava-se por todo o local. Milhares de almas gemiam e sufocavam, algumas gritavam, outras lastimavam.
E lá estava ela em meio a este inferno dantesco.Ela gemia.
Ela sentia um ardor terrível e doloroso a queimar-lhe as entranhas íntimas, a fonte sagrada da vida e repetia sem cessar: “Meu Deus, me perdoe.”
sábado, 28 de fevereiro de 2015
Elas e a dor: um novo parâmetro.
É um fato que a mulher recebeu um quinhão maior de dor. Para quem não pode compreender a realidade profunda das coisas, isto parece injustiça.
Mas não é assim para quem compreende a realidade profunda que jaz sob a aparência ilusória de tudo.
Devemos receber com muita reserva as observações negativas e maldosas provindas da alienada mente humana, pois o ser humano raras vezes tem uma visão correta das coisas. Mesmo entre os mais esclarecidos percebe-se facilmente esta visão maldosa e leviana.
O universo foi criado por Deus para o bem e a alegria. Tudo tende ao bem, pois Deus criou leis poderosas, as quais pressionam tudo visando o bem maior.
As forças do mal, as quais lutam tenaz e estupidamente contra o bem, são vítimas de sua cegueira perversa , louca e leviana. Esta é sua infeliz natureza. Somente a dor e o tempo curarão sua loucura perversa. O mal só cede à pressão da dor imposta pela inexorável e poderosíssima justiça de Deus. Ninguém pode suplantar a poderosíssima vontade de Deus. Só Deus curará a loucura e a perversidade que as almas do mal escolheram a si próprias em seu caminho de miséria, perversidade, dor e angústia.
A dor tem um papel preponderante na realidade profunda das coisas. Ela é o remédio amargo, mas eficaz, que cura todos nós e alija o veneno do mal para sempre.
A mulher despertou para esta realidade há milênios, enquanto o pobre homem continua a sofrer com sua teimosia perversa.
Percebe-se facilmente a ação de Deus na história feminina neste mundo infernal. Este contato contínuo à dor, sensibilizou a alma feminina e fez vir à tona a semente luminosa implantada por Deus na alma feminina durante sua caminhada no tempo.
Mesmo a pior das mulheres guarda dentro de si esta semente luminosa, a qual vai um dia jorrar seus raios luminosos por todo o mundo e inaugurar a nova era de paz, amor, verdade e bondade para sempre.
Mas não é assim para quem compreende a realidade profunda que jaz sob a aparência ilusória de tudo.
Devemos receber com muita reserva as observações negativas e maldosas provindas da alienada mente humana, pois o ser humano raras vezes tem uma visão correta das coisas. Mesmo entre os mais esclarecidos percebe-se facilmente esta visão maldosa e leviana.
O universo foi criado por Deus para o bem e a alegria. Tudo tende ao bem, pois Deus criou leis poderosas, as quais pressionam tudo visando o bem maior.
As forças do mal, as quais lutam tenaz e estupidamente contra o bem, são vítimas de sua cegueira perversa , louca e leviana. Esta é sua infeliz natureza. Somente a dor e o tempo curarão sua loucura perversa. O mal só cede à pressão da dor imposta pela inexorável e poderosíssima justiça de Deus. Ninguém pode suplantar a poderosíssima vontade de Deus. Só Deus curará a loucura e a perversidade que as almas do mal escolheram a si próprias em seu caminho de miséria, perversidade, dor e angústia.
A dor tem um papel preponderante na realidade profunda das coisas. Ela é o remédio amargo, mas eficaz, que cura todos nós e alija o veneno do mal para sempre.
A mulher despertou para esta realidade há milênios, enquanto o pobre homem continua a sofrer com sua teimosia perversa.
Percebe-se facilmente a ação de Deus na história feminina neste mundo infernal. Este contato contínuo à dor, sensibilizou a alma feminina e fez vir à tona a semente luminosa implantada por Deus na alma feminina durante sua caminhada no tempo.
Mesmo a pior das mulheres guarda dentro de si esta semente luminosa, a qual vai um dia jorrar seus raios luminosos por todo o mundo e inaugurar a nova era de paz, amor, verdade e bondade para sempre.
sábado, 14 de fevereiro de 2015
Ternura.
Ternura! Se os homens pudessem compreender seu valor eles haveriam de olhar a mulher com outros olhos, muito diferente daquilo que lhes passa por sua mente pervertida.
A ternura feminina é um dom sagrado, doado por Deus a todas as mulheres. Um presente de Seu amor divino para toda a humanidade.
A ternura! Um clarão de luz e bondade a iluminar as trevas deste inferno e achegar os corações ao convite amoroso de Deus a todos nós.
A mulher é a portadora deste dom sagrado. Um dom maravilhoso, compartilhado por todos os arcanjos luminosos na eternidade.
A ternura aproxima a pior das mulheres aos mais sublimes anjos. A mulher mais humilde, o coração feminino mais pervertido nunca se desfaz totalmente deste dom sagrado.
Por isto, um homem deve sempre respeitar a mulher, ainda que ela esteja atolada até o pescoço em um lodaçal de imundícies.
Deus vela por elas. Nosso Pai celestial tem um carinho todo especial por elas. Elas são o esteio da luz divina que será implantada em todos os corações até o dia do juízo. Uma obra sagrada, a qual participa toda a criação infinita de Deus.
Nas regiões solitárias e geladas do pólo sul, bem no alto de uma montanha, muito distante de qualquer criatura humana e invisível a olhos humanos, há um palácio cujas paredes são douradas e o teto brilha em um tom esverdeado luminoso.
O átrio é enorme. Uma porta ao estilo barroco, mas muito bonita, abre a um salão central onde quem entra depara-se com um gracioso quadro: grupos de fadas caminham para lá e para cá em seus afazeres cotidianos.
Este palácio luminoso está invisível não apenas a olhos humanos, mas também às forças do mal que espreitam sorrateiramente toda a humanidade, para arrastá-la à violência, torpeza, imundícies e tantas outras loucuras.
O que fazem estas graciosas criaturas? Sempre que nasce uma menina elas implantam uma poção luminosa em seu coração pequenino. Esta poção luminosa contém a semente luminosa do amor de Deus.
Esta semente é implantada no coração delas para que o amor mantenha-se vivo e não pereça sufocado no inferno perverso do mundo sob a pressão do demônio.
Por isto, as mulheres são mais propensas ao bem desde pequenas.
A ternura feminina é um dom sagrado, doado por Deus a todas as mulheres. Um presente de Seu amor divino para toda a humanidade.
A ternura! Um clarão de luz e bondade a iluminar as trevas deste inferno e achegar os corações ao convite amoroso de Deus a todos nós.
A mulher é a portadora deste dom sagrado. Um dom maravilhoso, compartilhado por todos os arcanjos luminosos na eternidade.
A ternura aproxima a pior das mulheres aos mais sublimes anjos. A mulher mais humilde, o coração feminino mais pervertido nunca se desfaz totalmente deste dom sagrado.
Por isto, um homem deve sempre respeitar a mulher, ainda que ela esteja atolada até o pescoço em um lodaçal de imundícies.
Deus vela por elas. Nosso Pai celestial tem um carinho todo especial por elas. Elas são o esteio da luz divina que será implantada em todos os corações até o dia do juízo. Uma obra sagrada, a qual participa toda a criação infinita de Deus.
Nas regiões solitárias e geladas do pólo sul, bem no alto de uma montanha, muito distante de qualquer criatura humana e invisível a olhos humanos, há um palácio cujas paredes são douradas e o teto brilha em um tom esverdeado luminoso.
O átrio é enorme. Uma porta ao estilo barroco, mas muito bonita, abre a um salão central onde quem entra depara-se com um gracioso quadro: grupos de fadas caminham para lá e para cá em seus afazeres cotidianos.
Este palácio luminoso está invisível não apenas a olhos humanos, mas também às forças do mal que espreitam sorrateiramente toda a humanidade, para arrastá-la à violência, torpeza, imundícies e tantas outras loucuras.
O que fazem estas graciosas criaturas? Sempre que nasce uma menina elas implantam uma poção luminosa em seu coração pequenino. Esta poção luminosa contém a semente luminosa do amor de Deus.
Esta semente é implantada no coração delas para que o amor mantenha-se vivo e não pereça sufocado no inferno perverso do mundo sob a pressão do demônio.
Por isto, as mulheres são mais propensas ao bem desde pequenas.
domingo, 25 de janeiro de 2015
Para elas...
Você mulher, não pense que a promiscuidade é inofensiva. Não dê ouvidos às sugestões torpes do mundo e suas ilusões perversas.
Algo morre em você sempre que você cede às matreiras sugestões do mal. Não ceda à malícia torpe e venenosa que arrasta multidões todos os dias ao lodaçal imundo da depravação, você vai amargar dores terríveis amanhã sob o chicote da infalível justiça de Deus.
Você é uma filha do amor de Deus, força alguma do universo pode mudar isto. O amor de Deus está dentro de você, Ele acompanha você momento a momento, ainda que você esteja atolada até o pescoço no lodaçal da maldade e depravação.
Este é um privilégio que todas as mulheres têm com a bondade divina, devido a elas abrirem o coração à flor da ternura, do amor e da humildade em sua caminhada no tempo.
Um pequeno ato de bondade, ternura e amor vale muito mais para Deus de que toneladas de preces vazias.
A ternura feminina pesa muito no valor das coisas eternas. Isto resgata multidões de mulheres de suas misérias perversas.
Deus vela por todas as mulheres. Nosso Pai Celeste tem um carinho especial por elas, pois a ação poderosíssima de Sua vontade implantou a semente do amor, da ternura e da humildade na alma feminina, para que esta semente viceje e espalhe-se por todos os corações do mundo até o final dos tempos.
Ouça a voz de Deus que fala dentro de si. Esta voz vem dos céus, provém de alturas inimagináveis e desceu até você unicamente por misericórdia. É o amor inesgotável de Deus que vem a si para poupar teu sofrimento e agruras terríveis amanhã. Deus está estendendo sua mão para você, não desperdice este convite sagrado, dando ouvidos às sugestões tortas, perversas e levianas do demônio denominado homem.
Algo morre em você sempre que você cede às matreiras sugestões do mal. Não ceda à malícia torpe e venenosa que arrasta multidões todos os dias ao lodaçal imundo da depravação, você vai amargar dores terríveis amanhã sob o chicote da infalível justiça de Deus.
Você é uma filha do amor de Deus, força alguma do universo pode mudar isto. O amor de Deus está dentro de você, Ele acompanha você momento a momento, ainda que você esteja atolada até o pescoço no lodaçal da maldade e depravação.
Este é um privilégio que todas as mulheres têm com a bondade divina, devido a elas abrirem o coração à flor da ternura, do amor e da humildade em sua caminhada no tempo.
Um pequeno ato de bondade, ternura e amor vale muito mais para Deus de que toneladas de preces vazias.
A ternura feminina pesa muito no valor das coisas eternas. Isto resgata multidões de mulheres de suas misérias perversas.
Deus vela por todas as mulheres. Nosso Pai Celeste tem um carinho especial por elas, pois a ação poderosíssima de Sua vontade implantou a semente do amor, da ternura e da humildade na alma feminina, para que esta semente viceje e espalhe-se por todos os corações do mundo até o final dos tempos.
Ouça a voz de Deus que fala dentro de si. Esta voz vem dos céus, provém de alturas inimagináveis e desceu até você unicamente por misericórdia. É o amor inesgotável de Deus que vem a si para poupar teu sofrimento e agruras terríveis amanhã. Deus está estendendo sua mão para você, não desperdice este convite sagrado, dando ouvidos às sugestões tortas, perversas e levianas do demônio denominado homem.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Elas e a fonte de luz.
O céu que se estende sobre nossa cabeça até o infinito abriga as fontes da vida.
A multidão incontável de estrelas pairando acima de nós são como olhos de Deus iluminando silenciosamente a triste paisagem do mundo, a qual poucas coisas se salvam no mar de maldade, egoísmo e falsidade que nos afoga.
Entre as poucas coisas dignas de um sorriso do céu está a alma feminina. As mulheres, ainda que carreguem dentro de si o fardo de maldade, falsidade e outras misérias humanas, guardam em seu coração a semente do amor que um dia vai vicejar em todos os corações de todo o mundo; repetimos isto muitas vezes.
A ternura e humildade, marcas indeléveis de Deus na alma feminina, são selos da divindade de nosso Pai Magnânimo que marcam o coração da mulher com a mesma luz que ilumina todas as constelações do Universo.
Por isto, mesmo a mais perversa e miserável mulher deve ser respeitada. Se em determinado momento ela rasteja no lodaçal de misérias, perversidade e depravação, ela guarda em si a fonte iluminada que transforma tudo perenemente. Esta fonte iluminada é um canal divino, o qual conecta a alma feminina ao coração de Deus que pulsa sob o ritmo do amor eterno.
Os homens queixam-se da maldade feminina, sem perceberem que o primeiro passo para afundar o barco do relacionamento, na maioria das vezes foi dado por eles próprios com seu egoísmo, perversidade e orgulho.
O coração da mulher é sempre sensível ao chamado do carinho, da atenção e do respeito, mas o que se pode fazer se o demônio que existe dentro de cada homem não enxerga isto?
Falta ao perverso homem a boa vontade e humildade para aceitar outros parâmetros de comportamento, os quais estão de acordo com a luz que provém de Deus e espalha-se por toda a criação e não compartilham com as coisas imundas e tortas do diabo, o qual atormenta, corrompe e perverte o pobre homem desde sempre.
Cada vez que um homem ouve a voz matreira do demônio ele fica enredado às malhas da justiça inexorável de Deus, a qual punirá severamente até o último til suas loucuras. Assim é a sapiente Lei de Deus. É impossível fugir.
A mulher amadureceu primeiro na caminhada histórica da humanidade. Seu coração abriu-se à voz de Deus, a qual fala a toda a criação e espalha as estrelas luminosas da bondade, do amor e da verdade eterna a todos seus filhos rebeldes e perversos; para que todos no futuro, livres do demônio, possam participar do banquete de luz para sempre sob os auspícios de todos os arcanjos sublimes, os quais festejam o amor e a bondade de Deus por toda a eternidade.
A multidão incontável de estrelas pairando acima de nós são como olhos de Deus iluminando silenciosamente a triste paisagem do mundo, a qual poucas coisas se salvam no mar de maldade, egoísmo e falsidade que nos afoga.
Entre as poucas coisas dignas de um sorriso do céu está a alma feminina. As mulheres, ainda que carreguem dentro de si o fardo de maldade, falsidade e outras misérias humanas, guardam em seu coração a semente do amor que um dia vai vicejar em todos os corações de todo o mundo; repetimos isto muitas vezes.
A ternura e humildade, marcas indeléveis de Deus na alma feminina, são selos da divindade de nosso Pai Magnânimo que marcam o coração da mulher com a mesma luz que ilumina todas as constelações do Universo.
Por isto, mesmo a mais perversa e miserável mulher deve ser respeitada. Se em determinado momento ela rasteja no lodaçal de misérias, perversidade e depravação, ela guarda em si a fonte iluminada que transforma tudo perenemente. Esta fonte iluminada é um canal divino, o qual conecta a alma feminina ao coração de Deus que pulsa sob o ritmo do amor eterno.
Os homens queixam-se da maldade feminina, sem perceberem que o primeiro passo para afundar o barco do relacionamento, na maioria das vezes foi dado por eles próprios com seu egoísmo, perversidade e orgulho.
O coração da mulher é sempre sensível ao chamado do carinho, da atenção e do respeito, mas o que se pode fazer se o demônio que existe dentro de cada homem não enxerga isto?
Falta ao perverso homem a boa vontade e humildade para aceitar outros parâmetros de comportamento, os quais estão de acordo com a luz que provém de Deus e espalha-se por toda a criação e não compartilham com as coisas imundas e tortas do diabo, o qual atormenta, corrompe e perverte o pobre homem desde sempre.
Cada vez que um homem ouve a voz matreira do demônio ele fica enredado às malhas da justiça inexorável de Deus, a qual punirá severamente até o último til suas loucuras. Assim é a sapiente Lei de Deus. É impossível fugir.
A mulher amadureceu primeiro na caminhada histórica da humanidade. Seu coração abriu-se à voz de Deus, a qual fala a toda a criação e espalha as estrelas luminosas da bondade, do amor e da verdade eterna a todos seus filhos rebeldes e perversos; para que todos no futuro, livres do demônio, possam participar do banquete de luz para sempre sob os auspícios de todos os arcanjos sublimes, os quais festejam o amor e a bondade de Deus por toda a eternidade.
sábado, 27 de dezembro de 2014
Elas: riqueza anímica.
A riqueza anímica da personalidade feminina e sua latente propensão à virtude, ainda que camuflada por uma aluvião desconcertante de misérias, perversidade e falsidade, fazem da mulher um ser humano moralmente ambíguo.
Esta ambiguidade na realidade é o indício de alguém que despertou para a luz que ilumina toda a eternidade, mas ainda está amarrado à sua humanidade.
Deus marcou a alma feminina com o sinête do amor e da bondade. Um trabalho portentoso, resultado de milhões de anos de evolução, nos quais Deus utilizou uma infinidade de agentes e forças para amanhar a alma feminina e implantar no coração da mulher a rosa divina do amor e da virtude.
Por isto, mesmo as mais infelizes mulheres guardam dentro de si um tesouro protegido por Deus, o qual contém as joias mais preciosas da criação infinita de Deus.
A pretensão deste blog é colaborar com a luz divina em pról da iluminação da alma e do coração de toda a humanidade para esta realidade.
É uma necessidade premente esta iluminação, pois a mulher é uma preciosa colaboradora da vida. A missão feminina contém atribuições inimagináveis à mentalidade ignorante da maioria hoje, mas isto não muda a realidade eterna das coisas.
A mulher há muito que despertou para a luz do sentimento, muito diferente do frio, egoísta e muitas vezes perverso homem, amarrado até o fundo da alma à frieza da razão.
O sentimento é a força poderosa que provém das profundezas do coração do Universo, onde fala a voz infinitamente magnânima de Deus a toda a criação.
Amor e humildade, duas das mais formosas flores do jardim eterno do sentimento, enfeitam a alma de todas as mulheres, mesmo as mais perdidas.
Quem abre seu coração a estas flores formosas juntar-se á ao côro de arcanjos que ressoa por toda a criação divina e nunca mais compartilhará as coisas tortas deste inferno.
Esta ambiguidade na realidade é o indício de alguém que despertou para a luz que ilumina toda a eternidade, mas ainda está amarrado à sua humanidade.
Deus marcou a alma feminina com o sinête do amor e da bondade. Um trabalho portentoso, resultado de milhões de anos de evolução, nos quais Deus utilizou uma infinidade de agentes e forças para amanhar a alma feminina e implantar no coração da mulher a rosa divina do amor e da virtude.
Por isto, mesmo as mais infelizes mulheres guardam dentro de si um tesouro protegido por Deus, o qual contém as joias mais preciosas da criação infinita de Deus.
A pretensão deste blog é colaborar com a luz divina em pról da iluminação da alma e do coração de toda a humanidade para esta realidade.
É uma necessidade premente esta iluminação, pois a mulher é uma preciosa colaboradora da vida. A missão feminina contém atribuições inimagináveis à mentalidade ignorante da maioria hoje, mas isto não muda a realidade eterna das coisas.
A mulher há muito que despertou para a luz do sentimento, muito diferente do frio, egoísta e muitas vezes perverso homem, amarrado até o fundo da alma à frieza da razão.
O sentimento é a força poderosa que provém das profundezas do coração do Universo, onde fala a voz infinitamente magnânima de Deus a toda a criação.
Amor e humildade, duas das mais formosas flores do jardim eterno do sentimento, enfeitam a alma de todas as mulheres, mesmo as mais perdidas.
Quem abre seu coração a estas flores formosas juntar-se á ao côro de arcanjos que ressoa por toda a criação divina e nunca mais compartilhará as coisas tortas deste inferno.
domingo, 23 de novembro de 2014
Fé!
Em uma manhã de domingo ensolarado, quem pudesse olhar no interior de uma modesta casa em um bairro um pouco afastado do centro de uma grande cidade do interior do estado de São Paulo, observaria uma mulher de 29 anos deitada na cama abraçada a uma menina de quatro anos e a um garoto de cinco anos.
Sueli viera da capital para o interior há três anos e dois meses, fugindo da truculência de seu ex marido.
Alugou uma casa e vivia só com os filhos, a alegria de sua alma, seu tesouro.
Suas crianças eram um presente de Deus para ela. Agradecia várias vezes a Deus em preces por ter recebido esta benção. Principalmente a caçula, a quem beijava e abraçava muitas vezes.
Assim que chegou à cidade do interior Sueli teve alguma dificuldade em encontrar trabalho, mas saiu-se relativamente bem, apesar das dificuldades.
A loja de roupas em que trabalhava vinha passando por dificuldades há algum tempo, até que a dona teve que fechá-la e dispensar Sueli, pois não podia mais pagá-la.
Ela fez tudo o que podia para que seus filhos não fossem privados do necessário.
Apesar de seu esforço e paciência, seus escassos recursos pecuniários não foram suficientes para prover suas necessidades até a primeira parcela do seguro desemprego, com o qual ela contava. Ela deixou de pagar a conta de energia elétrica do mês mais algumas contas e usou o dinheiro para prover às necessidades indispensáveis.
Assim,“apertando o cinto,” ela passou os dias até chegar a data do pagamento da primeira parcela do seguro desemprego.
No dia marcado ela dirigiu-se à agência bancária designada para pagamento do seguro desemprego. A funcionária que a atendeu solicitou os documentos necessários e digitou algumas coisas no computador. Depois de digitar no computador a funcionária disse a Sueli que não era possível o pagamento do seguro desemprego devido à divergência de dados em um documento enviado por sua ex patroa. Ela orientou Sueli para dirigir-se ao seu antigo emprego e procurar sua ex patroa.
Com o coração aos pedaços ela saiu da agência abalada e profundamente magoada. Dirigiu-se diretamente à casa de sua ex patroa, a qual reconheceu ter errado no preenchimento de uma guia e pediu mil desculpas à Sueli. Ela voltou à agência, deu entrada novamente nos documentos necessários e foi informada que o dinheiro estaria disponível de trinta a quarenta dias depois.
Só Deus sabe o estado de espírito que ela estava ao sair pela segunda vez da agência. A primeira imagem que passou pela sua mente foi seus pequeninos. “Meu Deus! O que vou fazer?”
Como um autômato, sem perceber o que fazia, dirigiu-se ao ponto do ônibus, depois de alguns minutos embarcou no ônibus, pagou a passagem e sem notar como, chegou à sua casa cansada e muito triste. O que ela podia fazer? Não tinha amigos ou parentes na cidade. Seus familiares eram tão pobres quanto ela. Seria inútil recorrer a eles.
Sentada em uma cadeira na cozinha de sua casa, sozinha àquela hora, pois as crianças estavam na creche, ela olhava as prateleiras de seu armário completamente vazias e lançava um olhar profundamente triste à geladeira vazia. Só se preocupava com o tesouro de seu coração. Lágrimas abundantes caíram de seus olhos ao sentir o fantasma da fome rondar seu lar, não por ela, mas sofria terrivelmente por causa das crianças.
Ela sentia-se tremendamente culpada por deixar faltar alimento às suas crianças.
Sem comer coisa alguma, ela passou o dia chorando em seu quarto até à tarde quando teve que buscar as crianças na creche. As crianças haviam almoçado na creche. Ela vasculhou seu armário até encontrar restos de pacotes contendo farinha de trigo, fez um mingau e serviu apenas às crianças, pois não havia suficiente para ela.
Assim passou-se o restante do dia até à noite, quando com o coração partido e pesado como chumbo, ela pôs as crianças em suas camas beijando as faces de cada uma delas, acariciando seus cabelos.
Ao olhar para o rosto querido de sua caçula e ver seu sorriso lindo e puro, não conseguiu estancar as lágrimas abundantes que desciam espontaneamente de seus olhos. Usando toda sua força de vontade, desviou imediatamente o olhar para outro lado e fingiu pegar algo no guarda roupa não dando tempo para a menina ver seus olhos. Imediatamente apagou a lâmpada e foi para a cozinha.
Lá ficou solitária e acabrunhada, sentindo a fome apertar-lhe o estômago vazio, até que cansadíssima e transtornada até o fundo da alma, um sono benfazejo tomou conta de si. Ela apagou a lâmpada e voltou ao quarto onde as crianças já dormiam.
Elas pareciam dois anjos adormecidos no silêncio do quarto. Suas cabecinhas pequenas pareciam feitas de um raio de luar misturado ao brilho da mais bela estrela do céu que se estende sobre nós até o infinito.
Sueli teve pesadelos naquela noite, acordou várias vezes durante a noite com a sensação mortificante da fome a corroer-lhe o estômago.
Durante a madrugada, faminta e imensamente amargurada, sentou-se na cama, olhou para o céu e fez a prece mais sentida de sua vida. De olhos fechados disse mentalmente: “Meu Deus! Sei que o seu poder é infinito. Para o Senhor tudo é possível! Peço ao Senhor não por mim, mas por meus filhos. Não me importo de suportar a fome, mas eles são tão pequenos...Meu Senhor! Nos acuda!``
Ao terminar a prece dormiu outra vez até às oito e meia da manhã, pois era um sábado. Sueli levantou-se com um estado de espírito totalmente diferente daquele que estava ao dormir. Apesar de levemente fraca devido à fome, sentia-se amparada e serena. Ao pisar no chão ouviu distintamente uma voz dizer-lhe dentro de si: “Vá ao grande supermercado na avenida perto daqui.” De fato, havia na avenida próximo à rua em que ela morava um supermercado de uma grande rede.
Sem hesitar ela dirigiu-se ao supermercado. Entrou no supermercado e ouviu a mesma voz dizer-lhe: “Pegue um carrinho e coloque tudo o que quiser nele.” Ela não hesitou, encheu o carrinho até transbordar de mercadorias. Ao terminar de lotar o carrinho ouviu a mesma voz dizer: “Pegue outro carrinho e encha ele de mercadorias.” Novamente sem qualquer hesitação ela pegou outro carrinho e encheu de mercadorias. A voz falou desta vez: “Passe os carrinhos no caixa 6.” Sueli ainda não hesitou. Pegou os carrinhos e foi até o caixa 6. Chegando ao caixa foi colocando as mercadorias no balcão e passando as mercadorias à moça do caixa que registrava as mercadorias normalmente como uma compra comum. Sueli ia passando as mercadorias uma a uma com naturalidade como se tivesse com a carteira cheia de dinheiro. A moça registrava tudo...
Quando já acabava o segundo carrinho ouviu a voz do alto falante dizer: “O cliente que agora estiver passando no caixa 6 vai levar sua compra totalmente grátis.” Todos os olhares do supermercado voltaram-se para o caixa 6 e muitos sorriram à mulher que estava lá.
Sueli deu seu endereço para a entrega em sua casa e partiu. Ao chegar em casa abraçou seus filhos e lágrimas desciam outra vez de seus olhos, agora sorridentes,mas desta vez ela não escondeu o rosto da filha que tinha ao colo naquele momento. Um sentimento maravilhoso que mesmo o maior escritor do mundo não poderia exprimir tomou conta de seu coração.
-Mãe, por que você está chorando? Perguntou sua filhinha.
-É alegria, meu amor.
-Por que você está alegre?
Ela respondeu com a voz embargada pelas lágrimas:
-Deus é maravilhoso...
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Elas e a bondade.
Era uma tarde de um belo dia de sol. Eu acabava de sair da estação do metrô em São Paulo. Estava parado na calçada esperando o farol para atravessar a avenida. Durante este breve momento meu olhar circulava ao redor de mim. Carros passavam apressados pela avenida, uma multidão de pessoas entrava e saia da estação, outras pessoas circulavam pela calçada, até que meu olhar se deparou com uma barraca que vendia pastel junto a outras barracas. Em frente da barraca estavam duas adolescentes comendo pastel junto a duas crianças pequenas maltrapilhas e uma menina alguns anos mais velha que as crianças. Pude ver uma das adolescentes comprar um pastel para as crianças, uma das crianças reclamar dizendo que não queria aquele pastel e ser repreendida pela menina maior para que aceitasse aquele mesmo.
Uma das adolescentes, sorrindo amistosamente, deu um leve chute no traseiro de uma das crianças, como um gesto amistoso entre camaradas muito íntimos. Elas sorriam para as crianças, um sorriso puro e luminoso, filho da bondade divina oculta que raramente vem à tona no mar de indiferença e egoísmo que nos cerca.
O sorriso delas continha aquela luz que partia do coração dos santos e iluminava tudo a redor de si.
Nunca percebi tão bem o significado da palavra bondade como naquela bela tarde. Aquelas adolescentes abriram seus corações à beleza da bondade eterna que brilha como uma constelação fulgurante sobre o céu de nossa cabeça.
Elas guardavam dentro de si aquela magia do santos que despertavam a admiração de multidões. Um dom divino que provém do coração de Deus e espalha-se por todos os recantos do Universo.
Somente um coração de mulher tem esta magia divina que acolhe a todos sem distinção. Este dom raramente está presente no coração do egoísta homem.
Esta bondade mágica faz delas um instrumento de Deus no infernal mundo que vivemos e resgata a mulher de suas loucuras perversas.
Por isto, Deus vela por todas as mulheres. Elas guardam em si a semente da bondade eterna, filha do amor divino, que um dia vai vicejar no coração de todos os mortais do mundo.
domingo, 26 de outubro de 2014
Elas: Humildade e ternura.
“Não me venha falar mal das mulheres,” foi uma frase que li em um livro há muito tempo, a qual apesar da simplicidade encobre um profundo significado.
O autor desta frase, um grande escritor da segunda metade do século dezenove, quis expressar a necessidade de uma apreciação diferente referente ao comportamento feminino.
Subentende-se nesta frase uma tolerância a mais no que tange às fraquezas e erros cometidos pelo belo sexo.
Perversas, falsas, interesseiras, tagarelas, assim mesmo elas guardam dentro de si as sagradas flores da ternura e da humildade, duas rainhas no jardim das virtudes.
É isto que embeleza a alma de todas as mulheres. É um quinhão do amor que provém de Deus e ilumina todos os corações do mundo.
Qual poder humano é capaz de fenecer estas flores?
Qual demônio das trevas poderá desenraíza-las? É inútil. Mesmo que viceje uma aluvião de ervas daninhas no coração de uma mulher, estas flores mantém-se vivas, protegidas e alimentadas por Deus.
Toda mulher tem este tesouro dentro de si. É o prêmio abençoado por ter aberto seu coração ao convite de Deus durante sua história.
Quantos sacrifícios, quantas lágrimas e dor custou este prêmio!
Por isto é justificada a frase do autor mencionada acima.
Muito deve o mundo à ternura e humildade feminina. É graças a isto que mantém-se viva no mundo a chama do Amor.
Amor e alma feminina dão se as mãos para a construção de um novo mundo melhor. Onde prevaleça a bandeira do bem, da fraternidade, da união, da paz para sempre.
Por isto, um homem nunca deve olhar uma mulher com os olhos da maldade. Ainda que ela esteja atolada em pântano de vícios, assim mesmo ela é a rosa mais bela da criação de Deus.
O autor desta frase, um grande escritor da segunda metade do século dezenove, quis expressar a necessidade de uma apreciação diferente referente ao comportamento feminino.
Subentende-se nesta frase uma tolerância a mais no que tange às fraquezas e erros cometidos pelo belo sexo.
Perversas, falsas, interesseiras, tagarelas, assim mesmo elas guardam dentro de si as sagradas flores da ternura e da humildade, duas rainhas no jardim das virtudes.
É isto que embeleza a alma de todas as mulheres. É um quinhão do amor que provém de Deus e ilumina todos os corações do mundo.
Qual poder humano é capaz de fenecer estas flores?
Qual demônio das trevas poderá desenraíza-las? É inútil. Mesmo que viceje uma aluvião de ervas daninhas no coração de uma mulher, estas flores mantém-se vivas, protegidas e alimentadas por Deus.
Toda mulher tem este tesouro dentro de si. É o prêmio abençoado por ter aberto seu coração ao convite de Deus durante sua história.
Quantos sacrifícios, quantas lágrimas e dor custou este prêmio!
Por isto é justificada a frase do autor mencionada acima.
Muito deve o mundo à ternura e humildade feminina. É graças a isto que mantém-se viva no mundo a chama do Amor.
Amor e alma feminina dão se as mãos para a construção de um novo mundo melhor. Onde prevaleça a bandeira do bem, da fraternidade, da união, da paz para sempre.
Por isto, um homem nunca deve olhar uma mulher com os olhos da maldade. Ainda que ela esteja atolada em pântano de vícios, assim mesmo ela é a rosa mais bela da criação de Deus.
sábado, 11 de outubro de 2014
Elas e o novo mundo.
O novo mundo de amanhã abrirá todas as portas para a nova
mulher. Ela será a rainha para as novas gerações.
O novo homem de amanhã saberá valorizar ao eterno
feminino guardado no fundo da alma de todas as mulheres.
Este eterno feminino é uma obra de Deus edificada na luta
infernal do dia a dia, protegida e amparada pela sapiência de nosso Pai Eterno
durante a caminhada histórica da humanidade.
Uma nova mulher, livre das correntes psicológicas que a
prendia e atormentava, será a marca inovadora de um novo estado de coisas,
livre do demônio e sua corte imunda de misérias infernais que hoje atolam
mulheres e homens no lodaçal agonizante da depravação, imoralidade e outras tantas
misérias, cujo fim é a loucura, doenças terríveis, mortes agonizantes
determinadas pela justiça inexorável de Deus, a qual força alguma no Universo
pode se opor.
A nova mulher vai brilhar no novo mundo como uma estrela
guia. Seu coração pulsará sob o ritmo da luz que provém de Deus e espalhará a
beleza divina do amor, da virtude, da luz por todo o mundo.
Os poetas de amanhã cantarão e louvarão a beleza da alma
feminina, uma porção carinhosa e terna da beleza perene, que preenche todos os
recantos de nosso infinito cosmo.
O novo homem, transformado pela dor e o tempo, liberto do
demônio, vai apreciar a doçura do carinho. A frieza e indiferença não
amargurarão mais a sensível alma feminina, como ocorre tantas vezes hoje.
As novas uniões serão pautadas no verdadeiro sentimento e
não em motivos fúteis, determinados por convenções iníquas e estúpidas, produto
da maldade humana e da estupidez universal, tão comuns em nossa história.
O amor, aliado à doçura do carinho, vicejará em todos os
corações apaixonados. Todo Romeu encontrará sua Julieta.
Todas as poesias, todas as músicas, todos os quadros de
amanhã louvarão a beleza impagável da alma feminina, uma das mais belas flores
da criação excelsa de Deus.
sexta-feira, 12 de setembro de 2014
Elas: sensibilidade e beleza.
“Há muito não me encontrava em um texto de forma tão
abissal! Escrita íntima, sábia, profunda! Saudações!”
Este foi o comentário feito por uma leitora de extrema
sensibilidade, a propósito da minha postagem “Solidão e riqueza interior” em
outro blog.
Só mesmo uma mulher tem a sensibilidade tão apurada para
captar a sutil essência que evola do pensamento expresso por meio da magia das
palavras.
Um dom divino dos anjos, doado por Deus a todas as mulheres.
Um presente magnânimo de Seu amor àquelas que abriram seu coração à luz perene
que irradia das estrelas.
A alma feminina capta a etérea essência misteriosa à qual
circula por todas as coisas do universo, saturando tudo com seus eflúvios
portentosos.
Quem será capaz de enxergar a beleza velada, que se oculta
sob as pálpebras de um sorridente rosto feminino?
Qual poeta poderá descrever a magnitude altaneira da
sensibilidade feminina, uma lembrança do Amor de Deus por nós, pobres mendigos
carentes de luz e verdade.
A mulher guarda em si um tesouro fechado a sete chaves, mas
aberto a quem decifrar seu enigma misterioso, provindo das pirâmides eternas
nos desertos do universo.
O homem que conseguir decifrar este enigma, falará a
linguagem dos anjos e cantará a sublime música das esferas celestes.
Seu coração nunca mais comungará com as coisas mortas deste
mundo.
Ele caminhará ao passo da luz cintilante de multidões de
constelações, que navegam majestosas até os confins da imensidão infinita.
Ele compartilhará a emoção exultante que se oculta nos
recantos profundos de um coração de mulher, sob o véu superficial das aparências
e velado por Deus no sagrado mistério das coisas sublimes.
A mulher aspira o perfume da beleza eterna que provem da
fonte magnífica no coração de Deus e espalha-se por toda a natureza, saturando
de vibrações excelsas toda a criação.
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Meu repto.
Afasta de mim fera imunda que seduz e ataranta a tantos
no silêncio de tua matreirice sorrateira.
Para longe de mim criatura das trevas, que envenena multidões
com o hálito nefasto de tua depravação.
Fica distante de mim demônio astuto e manhoso, amante das
coisas imundas e pervertidas.
Quem dá ouvidos às tuas sugestões degeneradas e macula a
alma e o corpo de uma mulher, cairá em um abismo de dor e miséria, premido pela
justiça inexorável de Deus.
Teu canto tenebroso retumba por toda a terra, penetrando
em todos os recantos e envenenando consciências obtusas, arrastando-as ao teu
lodo viscoso e maldito.
Teu hálito pestilencial degenera corpos e almas,
inoculando teu veneno mortal, causando miséria, dor e morte.
Pobres daqueles ou daquelas que se deixam arrastar por
tua sedução corrupta. Amargarão uma aluvião de dores, até sorverem todo o
cálice medonho até a última gota.
A humanidade carrega o peso de tua perversidade e paga
com mil tormentos e misérias o preço de sua decisão.
Sou teu adversário ferrenho, fera demoníaca, diabo, senhor
das trevas. Vou lutar contra ti até meu último sopro de vida.
Se ainda estou longe da perfeição, se tenho que carregar
o peso de minha baixa natureza humana, não sou obrigado a dar ouvidos a ti.
Podeis aliciar todos os dias uma multidão de mulheres, mas
sabeis que maior é o poder de Deus.
Ainda que muitas mulheres são arrastadas por tua voragem
depravada todos os dias, outras são salvas e libertadas por Deus de tua nefasta
influência para sempre.
Perdeis vosso tempo fera imunda, resistis somente por que
sois cega e teimosa. Não podeis enxergar a luz, pois estais completamente cega.
Não podeis sentir o amor, pois sois perversa e empedernida.
Apenas atormentas a pobre humanidade devido à justiça de
Deus. Mas não está longe o fim de teu reinado. Serás banida do mundo para
sempre. Tu e tua corte perversa amargarão sofrimentos e misérias sem fim nas
plagas infernais, as quais serão lançadas pelo poder invencível de Deus todo
poderoso.
E uma nova era de paz, amor, concórdia, bondade e
colaboração mútua reinará no mundo.
Todos os corações comungarão a beleza do amor e união.
A mulher será a rainha desta nova era. As gerações do
futuro cantarão e louvarão a beleza da alma feminina, um presente de Deus a
toda a criação...
segunda-feira, 25 de agosto de 2014
Você e o amor.
O amor ilumina;
você encanta.
O amor expande harmonia;
você espalha alegria.
O amor dulcifica;
você enternece.
O amor cria a paixão que enlouquece;
você desperta a paz que cura.
O amor é forte como o raio;
você é doce como a lua.
O amor tem o poder que ressuscita;
você tem a beleza que inflama.
O amor incentiva os poetas;
você inspira os anjos.
O amor é uma dádiva do universo;
você, é uma obra prima de Deus.
segunda-feira, 11 de agosto de 2014
Elas: Sorriso feminino, aspectos desconhecidos.
Uma das coisas mais belas da criação de Deus é o sorriso
feminino.
Ainda que ela oculte um baú de falsidade e maldade, o
sorriso feminino não perde seu tom de ternura e humildade.
Quando uma mulher sorri, a beleza oculta nas profundezas
coisas vem à tona.
Seu sorriso tem o dom de amansar e encantar a fera
masculina.
De onde vem esta magia colorida que dá um tom iluminado a
tudo que a cerca?
Vem lá do alto, nos confins do céu, onde miríades de
constelações embelezam as noites de verão?
De qual fonte misteriosa provém a beleza de um rosto
feminino sorridente?
Qual anjo feliz abençoou esta fonte, deixando sua marca
celestial a quem sorve seu cálice?
Quem sorver este cálice jamais caminhará ao passo das
trevas, ainda que as nuvens sombrias cerquem sua vida.
Abençoado o homem que bebe nesta fonte, sua alma já
pressente outras dimensões etéreas, infinitamente acima do inferno humano.
Seu coração já comunga com os mananciais de luz que sustentam
o amor em todo o universo, oriundos da bondade infinita de Deus, mesmo que
ainda tenha de arrastar-se no lodo da existência humana.
Iluminado o homem que abriu sua alma no momento em que
sorveu este cálice. Sua alma nunca mais será a mesma.
O brilho de multidões gigantescas de estrelas iluminará
seu coração para sempre.
O frio da indiferença nunca mais vai tocar sua alma
durante sua peregrinação terrena.
Seu coração já reflete os raios resplandecentes do
diamante de amor e da bondade.
Ele recebeu o beijo de luz que nunca vai esvair-se na
multidão sem fim das coisas tortas, que acabrunham a pobre humanidade com seu
peso inútil desde sempre...
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
Joana de Cusa. Texto do livro "A boa nova." Irmão X. Psicografia: Chico Xavier.
JOANA DE CUSA
Entre a multidão que invariavelmente acompanhava a Jesus
nas pregações do lago, achava-se sempre uma mulher de rara dedicação e nobre
caráter, das mais altamente colocadas na sociedade de Cafarnaum. Tratava-se de
Joana, consorte de Cusa, intendente de Ântipas, na cidade onde se conjugavam
interesses vitais de comerciantes e de pescadores.
Joana possuía verdadeira fé; contudo, não conseguiu
forrar-se às amarguras domésticas, porque seu companheiro de lutas não aceitava
as claridades do Evangelho. Considerando seus dissabores íntimos, a nobre dama
procurou o Messias, numa ocasião em que ele descansava em casa de Simão, e lhe
expôs a longa série de suas contrariedades e padecimentos. O esposo não tolerava
a doutrina do Mestre. Alto funcionário de Herodes, em perene contato com os representantes
do Império, repartia as suas preferências religiosas, ora com os interesses da
comunidade judaica, ora com os deuses romanos, o que lhe permitia viver em
tranquilidade fácil e rendosa. Joana confessou ao Mestre os seus temores, suas
lutas e desgostos no ambiente doméstico, expondo suas amarguras em face das
divergências religiosas existentes entre ela e o companheiro.
Após ouvir-lhe a longa exposição, Jesus lhe ponderou:
- Joana, só há um Deus, que é o Nosso Pai, e só existe
uma fé para as nossas relações com o seu amor. Certas manifestações religiosas,
no mundo, muitas vezes não passam de vícios populares nos hábitos exteriores.
Todos os templos da Terra são de pedra; eu venho, em nome de Deus, abrir o
templo da fé viva no coração dos homens. Entre o sincero discípulo do Evangelho
e os erros milenários do mundo, começa a travar-se o combate sem sangue da
redenção espiritual.
Agradece ao Pai o haver-te julgado digna do bom trabalho,
desde agora. Teu esposo não te compreende a alma sensível? Compreender-te-á um
dia. É leviano e indiferente? Ama-o,
mesmo assim. Não te acharias ligada a ele se não houvesse para isso razão
justa. Servindo-o com amorosa dedicação, estarás cumprindo a vontade de Deus.
Falas-me de teus receios e de tuas dúvidas. Deves, pelo Evangelho, amá-lo ainda
mais. Os sãos não precisam de médico. Além disso, não poderemos colher uvas nos
abrolhos, mas podemos amanhar o solo que produziu cardos envenenados, a fim de
cultivarmos nele mesmo a videira maravilhosa do amor e da vida.
Joana deixava entrever no brilho suave dos olhos a íntima
satisfação que aqueles esclarecimentos lhe causavam; mas, patenteando todo o
seu estado dalma, interrogou:
- Mestre, vossa palavra me alivia o espírito atormentado;
entretanto, sinto dificuldade extrema para um entendimento recíproco no
ambiente do meu lar. Não julgais acertado que lute por impor os vossos
princípios? Agindo assim, não estarei reformando o meu esposo para o céu e para
o vosso reino?
O Cristo sorriu serenamente e retrucou:
-Quem sentirá mais dificuldade em estender as mãos
fraternas, será o que atingiu as margens seguras do conhecimento com o Pai, ou
aquele que ainda se debate entre as ondas da ignorância ou da desolação, da
inconstância ou da indolência do espírito? Quanto à imposição das ideias -
continuou Jesus, acentuando a importância de suas palavras -, por que motivo Deus
não impõe a sua verdade e o seu amor aos tiranos da Terra? Por que não fulmina
com um raio o conquistador desalmado que espalha a miséria e a destruição, com
as forças sinistras da guerra? A sabedoria celeste não extermina as paixões:
transforma-as. Aquele que semeou o mundo de cadáveres desperta, às vezes, para
Deus, apenas com uma lágrima. O Pai não impõe a reforma a seus filhos:
esclarece-os no momento oportuno. Joana, o apostolado do Evangelho é o de
colaboração com o céu, nos grandes princípios da redenção. Sê fiel a Deus,
amando o teu companheiro do mundo, como se fora teu filho. Não percas tempo em
discutir o que não seja razoável. Deus não trava contendas com as suas criaturas
e trabalha em silêncio, por toda a Criação. Vai!... Esforça-te também no silêncio
e, quando convocada ao esclarecimento, fala o verbo doce ou enérgico da
salvação, segundo as circunstâncias! Volta ao lar e ama o teu companheiro como
o material divino que o céu colocou em tuas mãos para que talhes uma obra de
vida, sabedoria e amor!...
Joana de Cusa experimentava um brando alívio no coração.
Enviando a Jesus um olhar de carinhoso agradecimento, ainda lhe ouviu as
últimas palavras:
- Vai, filha!... Sê fiel!
Desde esse dia, memorável para a sua existência, a mulher
de Cusa experimentou na alma a claridade constante de uma resignação sempre
pronta ao bom trabalho e sempre ativa para a compreensão de Deus. Como se o
ensinamento do Mestre estivesse agora gravado indelevelmente em sua alma,
considerou que, antes de ser esposa na Terra, já era filha daquele Pai que, do
Céu, lhe conhecia a generosidade e os sacrifícios. Seu espírito divisou em
todos os labores uma luz sagrada e oculta. Procurou esquecer todas as
características inferiores do companheiro, para observar somente o que possuía
ele de bom, desenvolvendo, nas menores oportunidades, o embrião vacilante de
suas virtudes eternas. Mais tarde, o céu lhe enviou um filhinho, que veio duplicar
os seus trabalhos; ela, porém, sem olvidar as recomendações de fidelidade que
Jesus lhe havia feito, transformava suas dores num hino de triunfo silencioso
em cada dia.
Os anos passaram e o esforço perseverante lhe multiplicou
os bens da fé, na marcha laboriosa do conhecimento e da vida. As perseguições
políticas desabaram sobre a existência do seu companheiro. Joana, contudo, se
mantinha firme. Torturado pelas ideias odiosas de vingança, pelas dívidas
insolváveis, pelas vaidades feridas, pelas moléstias que lhe verminaram o
corpo, o ex-intendente de Ântipas voltou ao plano espiritual, numa noite de
sombras tempestuosas. Sua esposa, todavia, suportou os dissabores mais amargos,
fiel aos seus ideais divinos edificados na confiança sincera. Premida pelas
necessidades mais duras, a nobre dama de Cafarnaum procurou trabalho para se
manter com o filhinho que Deus lhe confiara. Algumas amigas lhe chamaram a
atenção, tomadas de respeito humano. Joana, no entanto, buscou esclarecê-las,
alegando que Jesus igualmente havia trabalhado, calejando as mãos nos serrotes
de modesta carpintaria e que, submetendo-se ela a uma situação de subalternidade
no mundo, se dedicara primeiramente ao Cristo, de quem se havia feito escrava
devotada.
Cheia de alegria sincera, a viúva de Cusa esqueceu o
conforto da nobreza material, dedicou-se aos filhos de outras mães, ocupou-se
com os mais subalternos afazeres domésticos, para que seu filhinho tivesse pão.
Mais tarde, quando a neve das experiências do mundo lhe alvejou os primeiros
anéis da fronte, uma galera romana a conduzia em seu bojo, na qualidade de
serva humilde.
No ano 68, quando as perseguições ao Cristianismo iam
intensas, vamos encontrar, num dos espetáculos sucessivos do circo, uma velha
discípula do Senhor amarrada ao poste do martírio, ao lado de um homem novo,
que era seu filho.
Ante o vozerio do povo, foram ordenadas as primeiras
flagelações.
-Abjura!... - exclama um executor das ordens imperiais,
de olhar cruel e sombrio.
A antiga discípula do Senhor contempla o céu, sem uma
palavra de negação ou de queixa. Então o açoite vibra sobre o rapaz semi-nu, que
exclama, entre lágrimas:
-Repudia a Jesus, minha mãe!... Não vês que nos
perdemos?! Abjura!.. . por mim, que sou teu filho!. .Pela primeira vez, dos
olhos da mártir corre a fonte abundante das lágrimas. As rogativas do filho são
espadas de angústia que lhe retalham o coração.
- Abjura!... Abjura!
Joana ouve aqueles gritos, recordando a existência inteira.
O lar risonho e festivo, as horas de ventura, os desgostos domésticos, as
emoções maternais, os fracassos do esposo, sua desesperação e sua morte, a
viuvez, a desolação e as necessidades mais duras... Em seguida, ante os apelos
desesperados do filhinho, recordou que Maria também fora mãe e, vendo o seu
Jesus crucificado no madeiro da infâmia, soubera conformar-se com os desígnios
divinos. Acima de todas as recordações, como alegria suprema de sua vida,
pareceu-lhe ouvir ainda o Mestre, em casa de Pedro, a lhe dizer: - "Vai
filha!
Sê fiel!" Então, possuída de força sobre-humana, a
viúva de Cusa contemplou a primeira vítima ensanguentada e, fixando no jovem um
olhar profundo e inexprimível, na sua dor e na sua ternura, exclamou
firmemente:
-Cala-te, meu filho! Jesus era puro e não desdenhou o sacrifício.
Saibamos sofrer na hora dolorosa, porque, acima de todas as felicidades
transitórias do mundo, é preciso ser fiel a Deus!
A esse tempo, com os aplausos delirantes do povo, os
verdugos lhe incendiavam, em derredor, achas de lenha embebidas em resina
inflamável. Em poucos instantes, as labaredas lamberam-lhe o corpo envelhecido.
Joana de Cusa contemplou com serenidade a massa de povo que lhe não entendia o
sacrifício.
Os gemidos de dor lhe morriam abafados no peito opresso.
Os algozes da mártir cercaram-lhe de impropérios a fogueira:
- O teu Cristo soube apenas ensinar-te a morrer?
Perguntou um dos verdugos.
A velha discípula, concentrando a sua capacidade de
resistência, teve ainda forças para murmurar:
- Não apenas a morrer, mas também a vos amar!...
Nesse instante, sentiu que a mão consoladora do Mestre
lhe tocava suavemente os ombros, e lhe escutou a voz carinhosa e inesquecível:
Tem bom ânimo!... Joana Eu aqui estou!...
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Elas e a flor do sentimento.
Os homens reclamam da maldade feminina. Ainda que seja
justificada a reclamação, sempre salta à vista a culpabilidade do próprio homem
em casos de fracassos na vida a dois.
A maioria das vezes o barco do relacionamento a dois
afunda nos mares da Vida minado pelo orgulho, frieza, egoísmo e perversidade do
homem.
Os homens não sabem tratar as mulheres. Isto ocorre por
que a psicologia masculina é dominada por instintos baixos, opostos à flor do
sentimento. É forte a influência do diabo no comportamento masculino.
A mulher há milênios despertou para a flor do sentimento.
Esta flor está enraizada no solo do amor que provém de Deus, se espalha por
todo o Universo e penetra todos os recantos da natureza, desde o âmago dos
átomos até os gigantescos conglomerados estelares espalhados ao infinito.
A flor do sentimento perfuma a alma feminina, mesmo que
os aromas da maldade também recendam.
O orgulho e egoísmo masculino impedem ao homem de aspirar
o perfume desta flor.
O coração de qualquer mulher está aberto àquele de abriu
sua alma a esta flor generosa e saiba apreciar as delícias do carinho.
Um homem nunca deve desprezar uma mulher, mesmo que seja
a mais perversa, depravada e desprezível criatura do mundo. Nunca se sabe o
quanto seu coração foi pisado, maltratado e desprezado.
Muitas mulheres poderiam ser salvas da degradação se
encontrassem um companheiro leal e compreensivo que soubesse alimentar a flor do
sentimento com o fruto do amor e não jogasse seu coração no lixo.
A justiça de Deus há de lançar uma chuva de dores na vida
daquele infeliz que um dia pisou, maltratou e desprezou um coração feminino, o
qual poderia ser salvo a tempo, antes de dar o primeiro passo a caminho da
lama...
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