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"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Elas: sensibilidade e beleza.

“Há muito não me encontrava em um texto de forma tão abissal! Escrita íntima, sábia, profunda! Saudações!”

Este foi o comentário feito por uma leitora de extrema sensibilidade, a propósito da minha postagem “Solidão e riqueza interior” em outro blog.
Só mesmo uma mulher tem a sensibilidade tão apurada para captar a sutil essência que evola do pensamento expresso por meio da magia das palavras.
Um dom divino dos anjos, doado por Deus a todas as mulheres. Um presente magnânimo de Seu amor àquelas que abriram seu coração à luz perene que irradia das estrelas.
A alma feminina capta a etérea essência misteriosa à qual circula por todas as coisas do universo, saturando tudo com seus eflúvios portentosos.
Quem será capaz de enxergar a beleza velada, que se oculta sob as pálpebras de um sorridente rosto feminino?
Qual poeta poderá descrever a magnitude altaneira da sensibilidade feminina, uma lembrança do Amor de Deus por nós, pobres mendigos carentes de luz e verdade.
A mulher guarda em si um tesouro fechado a sete chaves, mas aberto a quem decifrar seu enigma misterioso, provindo das pirâmides eternas nos desertos do universo.
O homem que conseguir decifrar este enigma, falará a linguagem dos anjos e cantará a sublime música das esferas celestes.
Seu coração nunca mais comungará com as coisas mortas deste mundo.
Ele caminhará ao passo da luz cintilante de multidões de constelações, que navegam majestosas até os confins da imensidão infinita.
Ele compartilhará a emoção exultante que se oculta nos recantos profundos de um coração de mulher, sob o véu superficial das aparências e velado por Deus no sagrado mistério das coisas sublimes.

A mulher aspira o perfume da beleza eterna que provem da fonte magnífica no coração de Deus e espalha-se por toda a natureza, saturando de vibrações excelsas toda a criação.