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"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.

sábado, 19 de setembro de 2015

Elas e a Solidão.

Solidão é o peso invisível que acabrunha muitas mulheres, mesmo aquelas casadas e com filhos.
Este é o preço que a mulher paga por ter avançado uns passos a mais na senda da evolução humana. O homem ficou para trás. Ele ainda se debate preso ao demônio e sofrerá muito ainda, pressionado pela justiça poderosa de Deus, até que o tempo e a dor concluam sua obra.
Certamente as mulheres também sentem o peso do demônio, mas o amor, a humildade, a ternura, - qualidades divinas – já estão enraizados em sua alma, graças à ação invisível, mas poderosa, de Deus em sua história neste infernal mundo.
Muitas mulheres tentam encobrir esta solidão procurando um substituto com companhias, casos amorosos, tagarelices e um mundo de futilidades alienantes, fartamente oferecidas por nossa banal, fria e alienada civilização.
É de lamentar este passo infeliz. Elas não imaginam o quanto é precioso o tesouro que carregam dentro de si e as conectam à luz eterna que provém de Deus.
A mulher não deve maldizer a dor, sua eterna companheira neste mundo. É a dor que abriu sua alma ao convite de Deus na estrada do tempo.
Que o homem afogue no mar de sua ilusão perversa, Deus continuará sua obra pelos milênios afora. A mulher e seu facho de luz interior haverá de brilhar.
Se elas soubessem o quanto é preciosa sua solidão! Se elas soubessem para aonde as conduz sua solidão! Elas não fugiriam desta fonte de paz, harmonia e serenidade.
É pena que o mundo alienado e fútil em que vivemos não valoriza o tesouro da solidão, seduzido por sua tola ilusão.
A solidão é o preço que se paga por sair da craveira comum, abandonar as velhas estradas batidas da mediocridade, da ignorância, da estupidez cotidiana para se lançar aos rastros de luz para as estrelas, deixados pelos santos, os quais conduzirão ao amor inesgotável de Deus.