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"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Elas e a ingenuidade.

A gigantesca onda  de  depravação que desabou sobre o mundo atual está causando um efeito deveras lamentável às mulheres, além de todas as demais consequências danosas, as quais deixam sequelas  na alma e no corpo da mulher por toda a vida.
A mulher moderna perdeu a ingenuidade. Não a ingenuidade irmã da tolice, filha da imprudência e sim aquela ingenuidade cativante, filha da beleza radiante das estrelas, a qual fez a alegria dos poetas, dos artistas, dos cantores em todos os recantos do mundo desde as épocas mais recuadas de nossa história.
A pintura, a poesia, a literatura e a música estão repletos
com o encanto feminino da ingenuidade.
Não só a mulher, mas também as crianças do mundo atual estão sendo arrastadas na voragem da onda maldita.
As crianças na época do mundo atual, praticamente já nascem falando palavrões e expressões chulas. Não se dá a oportunidade para elas escolherem o bom caminho. Elas mal nascem e imputam-lhes o veneno maldito alma  a dentro.
A mulher é de constituição psíquica e física muito diferente do frio e perverso homem. Sua alma e seu corpo se ressentem mais quando o veneno do mal invade-lhe o mundo íntimo. Ela é mais propensa ao bem. Queira ou não, sua alma recebeu o beijo de Deus em sua longa história de dor e sacrifício.
Este beijo de Deus marcou a alma da mulher para sempre e coisa alguma pode mudar isto.
Quando o mal entorpece-lhe a alma e cega sua visão, ela não pode enxergar o abismo de agonia e miséria que se esconde por trás do véu ilusório que se estende diante de si, convidativo e sedutor.
É de partir o coração assistir todos os dias multidões de mulheres arrastadas na onda maldita, que as conduzirá infalivelmente às praias onde jazem cadáveres imundos, corroídos por doenças terríveis, afogados na miséria, na dor e na imundície.
Só Deus salvará as infelizes! Seu amor infinito as recolherá nas trevas que elas escolheram a si próprias, quando o cansaço, a angústia macabra, a tristeza aflitiva, sob o tacão impiedoso da dor, elas deixarão brilhar dentro de si a estrela luminosa que o beijo de Deus fez nascer dentro de si para sempre.