Ainda que uma multidão de mulheres
são arrastadas na voragem da onda de depravação atual, podemos notar que
algumas se preservam. Aqui e ali sempre há algumas que não se sujeitam a
degradações humilhantes e pervertidas. Elas mantem sua dignidade íntegra, não
cedem às solicitações pervertidas de seus companheiros.
Esta atitude as poupa de
desastrosas e dolorosas consequências inevitáveis a quem cede a sugestões do
demônio: Doenças, degradação, vícios e outras misérias que podem afetar as infelizes por toda a vida.
Não é difícil encontrarmos
pessoas idosas desgastadas, prematuramente senectas, com um ar frio, cansado e amargo;
arruinadas fisicamente e amarguradas por doenças constantes. São os pervertidos
de ontem, companheiros constantes do tédio.
Estas mulheres não dão aquele
primeiro passo, o qual faz resvalar sempre mais até a degradação total, à qual
somente a dor liberta.
Se a perversão é a mesma, tanto
em um homem quanto a uma mulher, a reação e consequências são totalmente
diferentes no que tange à mulher. Ela é psíquica e moralmente diferente do perverso
homem. Sua sensibilidade inata, se favorece mais à regeneração, também faz com
que sofra mais quando se perverte. Isto não afeta somente a alma, o corpo
também se ressente. Muitos problemas orgânicos femininos tem como causa o
desequilíbrio moral ocasionado por uma existência depravada.
A ciência do futuro ainda
descobrirá relações desconhecidas entre moralidade e saúde física. Quando isto acontecer muitos fatos inéditos
revelarão quão delicada e sensível é a alma feminina ao estado moral.
Até lá só nos resta orar a
Deus e confiar em Sua sabedoria previdente.