Muitas mulheres se perdem por não saberem dizer não. Elas
agem assim determinadas por um princípio superior, mas distorcido. Esta
tendência exorável é uma característica do comportamento feminino, um indício marcante
de superioridade moral, porém corrompido por uma malsã condescendência.
Esta propriedade moral não surgiu do nada, ela proveio
como resultado de milhões de anos de evolução.
O homem não acompanhou este passo evolutivo moral, por
isto seu comportamento frequentemente tende ao egoísmo. Este apego baixo e
mesquinho ao eu humano é uma característica patente do demônio – esta força
cega e perversa que todos tem dentro de si – o qual motiva todo tipo de miséria
e perversidade.
Muitas vezes a mulher se depara com situações as quais põem
em xeque sua firmeza moral. Ela é sempre assediada pela malícia torpe dos
homens. Os homens utilizam todo tipo de astúcias matreiras para corrompe-las.
Muitas vezes elas cedem a solicitações torpes e depravadas por que não querem dizer não a seus companheiros.
Há aquelas que compartilham a depravação; estas serão
curadas pela dor e o tempo imposto pela inexorável justiça de Deus, mas há
aquelas que se perdem por fraqueza. Elas descambam à depravação mais por
fraqueza de que por inclinação à torpeza. Estas são corrompidas pela
insistência de seus endemoninhados companheiros, os quais inconscientes das
misérias e dores que acarretam a si próprios pela infalível justiça de Deus,
induzem as mulheres à torpeza.
O mundo em que vivemos exige que sejamos fortes, quem
ceder à fraqueza fica propenso a todo tipo de aborrecimentos, humilhações e
misérias.
A vida não aprova os fracos.