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"O homem deve ser amigo da mulher. E no seu amor, deve respeitar sua alma e seu corpo como sagrados que são."
Ghandi.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

Elas e a ternura.

Ternura! A virtude redentora de todas as mulheres.
Um dom desconhecido pelo homem, mas reverenciado pelo belo sexo. Sem esta joia entre as virtudes elas seriam frias e secas como eles.
A ternura é a doce magia, um canal que vincula nossa alma à beleza eterna, aquela captada pelo poeta quando olha a multidão de estrelas fulgurantes no espaço sem fim...
É um presente de Deus para elas, uma doação de Seu amor à sensibilidade feminina.
Mesmo a pior das mulheres, a mais perversa ainda guarda alguma parcela deste dom.
Este dom iguala todas as mulheres em um mesmo diapasão, faz delas instrumentos da beleza eterna, servidoras do ideal perene neste baixo, vulgar e perverso mundo.
O homem jamais poderia compartilhar esta magia. A alienação perversa masculina faz do homem um servidor do mal, tal estado é incompatível com a beleza eterna.
Elas são naturalmente propensas à ternura. Deus as fez assim. Ai de quem perverter Sua obra!
O coração feminino é um cofre onde Deus guarda a semente do amor, a qual será transplantada para todos os corações do mundo.
Isto faz da mulher uma colaboradora ativa na obra divina neste inferno.
Por isto, devemos sempre respeitar a mulher, mesmo que degradada no mais repugnante lodaçal. Ela pode se perverter até a total depravação, mas é sempre uma portadora da luz.

Como disse um poeta russo: “Acontece às vezes às águias descerem mais que as galinhas, mas as galinhas nunca vão subir até as nuvens.”